quarta-feira, 1 de abril de 2020

"ONDA DO BEM": PARCERIA DA FAMÍLIA COM A ESCOLA

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domingo, 29 de março de 2020

MUDANÇA DE ÉPOCA



Publicado originalmente em 06/08/17


Roberto Gameiro

Já se disse que a maioria das profissões atuais não existirá daqui a 10 anos; alguns preveem metade desse prazo. E sempre é bom lembrar, também, que a idade da pedra não terminou por falta de pedra, assim como, ao que tudo indica, a época do petróleo não vai terminar por falta de petróleo.


Não estamos apenas numa época de mudanças, mas numa mudança de época.
O avanço da tecnologia e das inovações tem mudado o modo de vida das pessoas assim como o mercado de trabalho. Se até há algum tempo ser qualificado para o trabalho decorria fundamentalmente de ser alfabetizado, já hoje decorre especialmente de dominar as tecnologias da informática e da automação e seus congêneres, com competências que, com o tempo, serão cada vez mais exigentes.
As funções mais qualificadas, mormente as de gestão e atendimento de pessoas, em todos os segmentos e níveis, estão demandando habilidades decorrentes de competências ligadas às ciências humanas, tais como solução de conflitos, liderança, criatividade, empatia e diversidade.
Por isso a importância da formação permanente, ou educação permanente, como forma de continuidade no mercado. Muitos profissionais, bem empregados em organizações sólidas, contentam-se com a sua formação inicial e, ao longo da carreira, só participam dos cursos, encontros, treinamentos, seminários e congressos oferecidos no âmbito restrito da própria empresa, sem buscar formação adicional como cursos de especialização, extensão, mestrado, ou ainda, doutorado. Quando eventualmente perdem o emprego, ficam perambulando pelos processos de recrutamento com um currículo que revela acomodação e, consequentemente, não ajuda, só atrapalha.
Por outro lado, louvem-se aqueles que, empregados, buscam uma formação complementar que lhes permita aprimorar seus conhecimentos profissionais, acrescentando novas competências e habilidades que os diferenciarão dos seus pares e os habilitarão para crescimento na carreira e no posicionamento no competitivo mercado de trabalho.

Essas premissas valem para qualquer área profissional, mas, especialmente, para gestores escolares e professores da Educação Básica. A escola, bem ou mal, está mudando; as metodologias e as técnicas de abordagem do "ensino" estão se adequando aos novos olhares e possibilidades de uma sociedade, por um lado, mais exigente em eficiência e eficácia, por outro, mais sensível às formas de relacionamento intramuros, até para compensar as limitações das famílias e a violência que caracteriza o "extramuros". 
Mudança de época ou época de mudança, o fato é que poucos vão conseguir manter-se na mesma profissão ou função a vida toda.

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Artigo editado e publicado no jornal “O Popular” de Goiânia em 06/08/2017.

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Roberto Gameiro é Palestrante, Consultor e Mentor na área de “Gestão de escolas de Educação Básica”. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br.


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quarta-feira, 25 de março de 2020

MENSAGEM: OS JOVENS, A CORRUPÇÃO E A VIOLÊNCIA URBANA

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sábado, 21 de março de 2020

COVID-19-CRIANÇAS EM CASA-E AGORA?

Vírus, Corona, Mundo, Coronavírus

Roberto Gameiro


Em 2009, durante a epidemia de “Gripe A”, na escola que eu dirigia em Belo Horizonte, 18  crianças de uma mesma turminha de 30 alunos adquiriram a doença em curtíssimo espaço de tempo. O problema evoluiu com muita velocidade e tivemos de suspender as aulas por 23 dias letivos. Os professores, então, passaram a enviar, pela Internet, atividades e tarefas para os estudantes desenvolverem em casa, seguindo a programação, as quais viriam a ser retomadas quando as aulas voltassem ao normal. Isso foi feito para todos os segmentos, da Educação Infantil ao Ensino Médio. 

Posteriormente, o Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais, através do Parecer CEE 881 de 29/09/09 concluiu em relação à nossa escola “por considerar  dias letivos o período em que as aulas presenciais foram interrompidas por orientação da SMS e foram desenvolvidas em casa com adoção de estratégias, metodologias, recursos tecnológicos e orientação de estudos, sem perder de vista o direito dos alunos ao ensino de qualidade”.

Hoje, com a pandemia do Coronavírus (Covid-19), e a consequente suspensão das aulas presenciais, aí está uma experiência bem sucedida que pode perfeitamente ser adotada pelas escolas com seus professores e alunos, agora muito mais fácil de ser implementada devido à evolução das tecnologias educacionais havida desde lá, especialmente o ensino a distância.  

Entretanto, as crianças e os adolescentes não podem ficar o tempo todo ligados nas obrigações escolares; eles precisam de atividades de brincar, de lazer, de entretenimento, não ficando sempre colados nas telas dos computadores, notebooks e smartphones, além de evitar o convívio com os mais velhos da casa como avós, bisavós, tios, tias e outros. Sei que não é fácil organizar essa demanda; entretanto, bem ou mal, percebe-se que as famílias estão conseguindo se haver bem nesse mister. 

Há diversas atividades que podem ser desenvolvidas, como, por exemplo, jogos de montar, massinha, bolinhas de sabão, criação de histórias, amarelinha, bambolê, bola na parede, pular corda, soletração, jogos de tabuleiro como o dominó, bingo, leituras diversas, filmes com a família etc. 

Além disso, observa-se um movimento salutar no Instagram em que contadores e contadoras de histórias estão agendando horários diversos para ocupar as crianças com essa agradável atividade.

Este momento, é também uma boa oportunidade para os adolescentes se dedicarem a rever os conteúdos daquelas áreas em que não têm ido bem nas avaliações. Os pais podem ajudar muito no planejamento desses estudos para os meninos e meninas, além de fornecer-lhes a bibliografia acessória e definir os horários, incluindo por óbvio as atividades enviadas pela escola. 

É uma ocasião propícia para a leitura em família de trechos da Bíblia ou dos livros sagrados das respectivas confissões religiosas, com as devidas reflexões, e o cultivo sereno da espiritualidade pertinente. 

Por oportuno, é bom lembrar que o andamento regular dessas ocupações em casa vai depender de os pais as organizarem e supervisionarem diariamente, adequando sempre o que não andou bem até então.

Lembrando, também, que algumas escolas apenas suspenderam as aulas por um período determinado; outras, anteciparam as férias escolares.

A "Dentro da História" reuniu 20 atividades e brincadeiras criativas para fazer com os pequenos utilizando materiais que temos em casa: http://bit.ly/atividades-em-casa-com-criancas  (informação do meu amigo Artur Vilas Boas)

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Artigo publicado no jornal "O Popular" de Goiânia em 20/03/20 sob o título: "Crianças em casa: e agora?"


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Roberto Gameiro é Palestrante, Consultor e Mentor nas áreas de “Gestão de escolas de Educação Básica” e “Educação de crianças e adolescentes”. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br.

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quarta-feira, 18 de março de 2020

VALORIZANDO A FAMÍLIA E REALIZANDO OS SONHOS

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domingo, 15 de março de 2020

GUARDA PARTILHADA?

Família, Divórcio, Separação, Antes


Roberto Gameiro

Na tarde do dia em que foram divulgados os resultados finais, um homem entra intempestivamente na escola e dirige-se à sala da direção, exigindo atendimento imediato.

O homem, um pai de aluno da escola, está exasperado, muito nervoso, descontrolado.

Atendido pela direção e pela coordenação, declara-se pasmo pelo fato de o filho ter sido reprovado e que, durante todo o ano, ele nunca foi informado pela escola de quaisquer problemas que seu filho pudesse ter nas aulas; nem sobre disciplina, nem sobre aproveitamento.

Chega, também, a esposa. Esta se mostra apreensiva e claramente incomodada com a situação.

Abrem-se os registros. Constata-se que o aluno constantemente não fez as tarefas de casa, esteve sempre em recuperação, não foi assíduo nem pontual, teve diversos casos de indisciplina durante as aulas, incluindo suspensões; essas informações deixam o pai atônito: no seu entender, a escola foi realmente incompetente com ele.

Abrem-se as atas. Constata-se, então, que a mãe esteve presente na escola mais de uma dezena de vezes durante o ano, a chamado da escola, para acompanhamento da situação de aproveitamento e de comportamento do menino; em várias das atas, assinadas por ela, a mãe pede encarecidamente à escola que não trate desses assuntos com o marido, e que ela mesma o fará. Fica claro que ela não o fez.

Vocês já viram esse "filme”?

A partir daqui, podemos indagar se a mãe e a escola agiram de forma correta; se o pai agiu, em relação ao menino, durante o ano, de forma assertiva...

De qualquer forma, cabe uma pergunta: se até na separação judicial dos casais, a guarda, pela Lei, deve ser, preferencialmente, compartilhada, por que alguns cônjuges, vivendo juntos, não conseguem compartilhar a guarda e o acompanhamento dos filhos?

Conversem e reflitam a respeito!

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Artigo publicado no jornal "O Popular" de Goiânia em 17/04/18. 


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quarta-feira, 11 de março de 2020

MENSAGEM: BUSCANDO UMA VIDA MAIS LEVE, AGRADÁVEL E COM MAIS QUALIDADE

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domingo, 8 de março de 2020

CONVERSA DE ADOLESCENTE - Uso de palavrões


Roberto Gameiro

Quando me propus a escrever este texto, a respeito do uso de palavrões no linguajar dos adolescentes, pensei em começar transcrevendo alguns diálogos, ouvidos de conversas entre eles, para ilustrar esta introdução.
Comecei, mas não tive coragem de continuar, em respeito aos leitores, alguns dos quais poderiam se sentir constrangidos com tal palavreado.
Então, passei a me perguntar se isso é normal ou trata-se de chatice dos mais velhos querendo se intrometer onde não são chamados, ou, ainda, se se trata de uma anomalia comunicacional que precisa ser acompanhada e depurada.
Não estou aqui me referindo aos contextos de língua culta e de língua coloquial, a primeira com suas características de uso em situações formais e documentos oficiais, e a segunda com suas variantes espontâneas, usando formas reduzidas, sem preocupação com as normas gramaticais, e muitas expressões próprias da cultura existente nos relacionamentos familiares e entre amigos de infância.
Também não se pode afirmar que seja a maioria dos adolescentes e em todas as partes do país, felizmente. Mas que este universo é graaaande, não tenho dúvidas.
Sabemos que os adolescentes sentem necessidade de integração nos seus grupos de amizades. Nada mais normal. Para isso, é comum que usem determinadas gírias e abreviaturas que têm significado particular para aquele grupo. Essas gírias vêm e vão com a mesma velocidade. E eles se entendem. Até aqui, nenhuma novidade. Qual de nós não se utilizou dessas estratégias na mocidade?
Sabemos, também, que, atualmente, nas redes sociais, ao teclarem, além de usar as gírias, utilizam-se de abreviaturas de palavras e expressões para facilitar e agilizar a digitação e a comunicação. Os adolescentes, geralmente, têm pressa. Neste caso, os adultos também…
Mas, por que os palavrões?
Muitos adolescentes falam palavrões que aprendem com seus próprios pais; e isso, infelizmente, não é raro.
Assim como os pais exercem influência nos adolescentes, também os amigos líderes de grupos ou “tribos” influenciam, para o bem ou para o mal, os seus seguidores. Se esse líder fala muitos palavrões, com certeza os demais também o farão para se firmar no grupo e para a autoafirmação de cada um.
Percebe-se, por outro lado, que conforme vão “crescendo”, esse costume vai diminuindo e tende a desaparecer na vida adulta. Nem todos, porém.
O mundo muda. Para melhor e ou para pior. A família muda. A adolescência também.
Entretanto, compete aos pais e à escola exercer a influência positiva, dialogando com os adolescentes e mostrando o quanto esse costume denigre a imagem que eles projetam na sociedade, por mais liberal ou mais conservadora que seja.
Mas, será que eles estão preocupados com projeção de imagem?
Fica aí um convite para mais uma reflexão em família e na escola. 

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Artigo editado e publicado no jornal “O Popular” de Goiânia em 27/10/16.

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quarta-feira, 4 de março de 2020

MENSAGEM: NEM TODA DESAVENÇA É BULLYING

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domingo, 1 de março de 2020

AS CRIANÇAS E O MUNDO VIRTUAL – As crianças e as salas de bate-papo


Roberto Gameiro

Vou direto ao assunto. Primeiro: você sabe quem está na companhia do seu filho, da sua filha, no “mundo real”? Segundo: você sabe quem está na companhia do seu filho, da sua filha, no “mundo virtual”?
Até há pouco tempo, a preocupação dos pais se limitava ao contido na primeira pergunta.
Hoje, com o avanço das redes sociais e dos sites de diversas naturezas e objetivos, as crianças, os adolescentes  e os jovens se ligam na telinha do computador, ou do smartphone, navegando, muitas vezes compulsivamente, por possibilidades nunca antes imaginadas.
Quando nossos filhos são pequeninos, muitos de nós nos expressamos lamentando o trabalho que eles nos dão, especialmente às mães, e dizemos: “não vejo a hora de ele(a) crescer para que eu não tenha tanta preocupação”. Ledo engano. Quando eles são pequenos, nós sabemos o tempo todo onde eles estão. Quando crescem…
Isso já era um problema antes do advento da Internet. Agora, multiplicam-se potencialmente as agruras dos pais, que se sentem muitas vezes impotentes para enfrentar esses novos desafios.
Claro que não podemos descartar as grandes vantagens para o mundo moderno que a Internet e seus subprodutos trazem. Entretanto, junto do trigo vem o joio.
Escrevo este artigo desta feita para alertar os pais a respeito de um aspecto específico desse “mundo virtual” que deve merecer atenção muito especial.  As nossas crianças acessam sites e aplicativos com conteúdo infantil para desenhar, pintar, jogar etc. E se entretêm, se divertem e até aprendem muita coisa útil. Ocorre que alguns desses sites têm “salas de bate-papo”. Aqui mora o (grande) perigo. E tem tudo a ver com a segunda pergunta que fiz acima. Quem está do outro lado é também uma criança? Poderá ser um adulto? Ou, pior ainda, um(a) pedófilo(a)?
Se for um(a) pedófilo(a), já imaginaram para que “mundos” ele(a) vai levar a nossa ingênua criança? Quanto mal ele(a) vai causar ao nosso maior tesouro? E como vamos reparar isso?
Nós amamos demais nossos filhos para deixá-los à mercê da bandidagem. Portanto, vigiem! Tenham presença significativa com seus filhos, dialogando muito a respeito desses assuntos e alertando-os sobre esses perigos. E disseminem este alerta para seus parentes, amigos e amigas!
O Google, em parceria com a Childhood Brasil e a Safernet Brasil, apresenta algumas recomendações/orientações importantes acerca destes assuntos. Acessem: https://www.google.com.br/intl/pt-BR/safetycenter/families/start/basics/

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(Artigo editado e publicado no jornal “O Popular” de Goiânia em 13/09/16 sob o título “Crianças e o mundo virtual”).

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