sábado, 24 de julho de 2021

PROFESSORES NÃO TÊM TODAS AS RESPOSTAS

 


Roberto Gameiro


Professor não é um super-homem

 

Entretanto, há os que pensam que são. Há, também, alguns que têm certeza de que são. Mas, talvez, pensassem assim qualquer que fosse a profissão que abraçassem.


Professores são seres de relações. Não que os super-heróis não sejam “seres de relações”; eles “existem” para fazer o bem e proteger a humanidade de malfeitos.


Professores são da vida real. Super-heróis são da ficção. 


Mas há outras atividades em que alguns profissionais pensam que são deus, enquanto outros têm certeza disso. Vejam que escrevi “deus” com letra minúscula por respeito ao Criador; mas, tenha certeza de que esses “pensam” com letra maiúscula. Você se recorda de alguma figura assim?


Aí, você poderá me perguntar: que raio de comparação esdrúxula é essa?


“Super-homens” têm respostas para tudo, sem titubear. São perfeitos e completos.

 

Professores são líderes. E, como tal, têm a missão de conduzir e orientar seus pupilos para que alcancem suas metas e objetivos na vida; ajudam-nos, pelo exemplo e posturas, inclusive a escolhê-las. Para isso, precisam ser honestos e verdadeiros, assumindo sua condição humana de incompletude.

 

Brené Brown, professora, escritora e conferencista norte-americana, escreveu: “este conceito de que o líder precisa estar “no comando” e “ter todas as respostas” é ultrapassado e paralisante. Ele causa um impacto prejudicial sobre as (outras) pessoas ao arraigar a ideia de que elas são bem menos e são inferiores.”. O “outras” foi acréscimo meu para melhorar o entendimento.


Já foi a época em que o professor era a fonte de todos os saberes decorrentes de conhecimentos, especialmente na sua área de magistério. Era a época do “ensino bancário”, em que os alunos eram depositórios dos ensinamentos vindos do professor. 


Tem razão a professora Brown ao dizer que o líder não precisa “ter todas as respostas”. O professor que se pretende “sabe tudo” não cabe mais no mundo atual. E isso vale para qualquer profissão ou atividade humana. 


Docente que tem essa postura, e ainda os há, faz um grande mal a si mesmo. Por ser “perfeccionista”, acha-se “invulnerável”. Acredito eu que ele viva com receio da próxima pergunta, do próximo questionamento. É, realmente, paralisante.

 

Aqui, a escritora nos socorre novamente, ao dizer que o perfeccionismo é autodestrutivo simplesmente porque a perfeição não existe, e que “a vulnerabilidade soa como verdade e sente-se como coragem. Verdade e coragem não são sempre confortáveis, mas elas nunca são fraqueza.”.


É preciso ser verdadeiro e corajoso para aceitar-se como “incompleto”, “imperfeito”, e, portanto, humano. Os conhecimentos estão aí disseminados pela internet. Cabe, agora, diferentemente do “ensino bancário”, saber o que fazer com eles. 


Um personagem humorístico da televisão tem um refrão que diz: “se sei, digo que sei; se não sei, digo que não sei”. Provoca risos, mas constitui uma corajosa verdade (embora as contradições do personagem).


Professor não tem resposta para tudo. Mas, como pesquisador por profissão, sabe conduzir-se e conduzir seus alunos para a busca de informações e saberes no amplo espaço online que aí está.


Portanto, nada vergonhoso em dizer para o aluno: “eu não sei a resposta para essa sua pergunta, mas vou pesquisar e te informo”; ao contrário, tudo de corajoso, verdadeiro e “vulnerável”.

 

Professor não é super-man. Professora não é super-woman.

 

E olha que eu nem falei da kryptonita...rsrs.


Deixo a indicação para que vejam um vídeo (legendado) da profa. Brené Brown sobre “vulnerabilidade”: https://www.ted.com/talks/brene_brown_the_power_of_vulnerability?language=pt-br.   Ela está, também, no Netflix, com outra apresentação; esta, sobre “coragem”. 


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Roberto Gameiro é Palestrante, Consultor e Mentor nas áreas de “Gestão de escolas de Educação Básica” e “Educação de crianças e adolescentes”. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br.

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sábado, 17 de julho de 2021

SOMOS TODOS SEMEADORES

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sábado, 10 de julho de 2021

sábado, 3 de julho de 2021

NEM TUDO É TRIGO; NEM TUDO É JOIO

 


Roberto Gameiro


Nem tudo é trigo; nem tudo é joio.


Uma construção semântica com sentido figurado. 


Sentido figurado é o que a palavra adquire quando é empregada com um sentido simbólico, ampliado, conotativo, e que depende do contexto para ser compreendida.


Vamos aprofundar um pouco esta análise reflexiva.

  

Você já teve oportunidade de ter nas mãos uma espiga de trigo e uma de joio quando pequenos? São quase iguais um ao outro. Até o cheiro de ambas é característico e semelhante.


Mas, quando você os esfacela, do trigo ficam nas suas mãos as sementes; do joio, ficam palhas, ou seja...nada. O trigo, portanto, representa vida. O joio representa nada, mas, quando ingerido por humanos pode ser tóxico.


O joio é uma planta considerada erva daninha, mas compete com o trigo pelos mesmos nutrientes do solo.


O trigo possui a essência; o joio, apenas a aparência.

 

Porém, aos poucos, enquanto vão amadurecendo, as espigas vão tomando formas e aparências bastante diferentes; o trigo muda de cor, mas permanece altivo e aponta para o alto. Frutifica pleno de sementes. O joio por sua vez, vai ficando disforme e até secando totalmente antes de amadurecer e fenecer sem nada produzir.

 

Você vai perguntar, então:  por que você escreveu sobre trigo e joio?


Simples.


Para ter a oportunidade de comparar trigo e joio respectivamente com gente do bem e gente do mal.

 

Procure reler este artigo substituindo “trigo” por “gente do bem”, e “joio” por “gente do mal”. 


Prosseguindo...


Também as pessoas ao longo da vida passam por transformações que as distanciam umas das outras. Umas seguem o caminho correto da dignidade, da verdade, da honestidade, enquanto outras enveredam por trilhas obscuras, por posturas e ações tóxicas e incorretamente éticas.


E pensar que quando crianças eram tão parecidas umas com as outras; na graça, na aparência, na inocência, na ingenuidade, na naturalidade e até nos cheiros.

 

Entretanto, ao tempo em que vão atingindo a maturidade, são levadas pelas circunstâncias da vida, ou pela genética, ou por sei lá o que mais, a extremos opostos caracterizados ora pelo bem, ora pelo mal. 


Os professores que têm uma caminhada docente mais longa, que convivem com crianças que se tornam adolescentes e, depois, adultos, têm o privilégio de acompanhar e observar essas mudanças em muitos deles; os médicos, especialmente os pediatras, também. Quanto orgulho em relação àqueles que seguiram o caminho do bem; quanta decepção em relação àqueles que seguiram a trilha do mal, e neste caso, alguns pais e professores até se perguntam, quase sempre indevidamente:  onde foi que nós erramos?


Não nos culpemos. Cada um é um. Deus criou o homem com o dom do livre-arbítrio, o que significa que cada um de nós tem a liberdade de escolher entre o certo e o errado. Entretanto, por óbvio, essa liberdade não é uma licença para malfeitos, dolo e demais ilícitos.


Continuemos, todos nós, a jornada da busca do bem em detrimento do mal. Insistamos na prática cristã de fazer o bem sem olhar para quem. Plantando sementes do bem, nossa vida se completará plena de frutos valiosos, em energias indispensáveis para a melhoria da qualidade de vida de todos. 


Depende de cada um de nós. 


A propósito, vale lembrar o que escreveu Augusto Cury, psiquiatra, professor e escritor brasileiro contemporâneo: “Educar é semear com sabedoria e colher com paciência”.


Precisa mais?


Sim, precisa, se for do seu interesse.


Que tal ler, ou reler, “Mateus 13, versículos 24 a 30”? 


E, também, ver o vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=KGQkHFTUdbw


Muito a pensar, conversar e refletir. 

 

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sábado, 26 de junho de 2021

EMPREGOS - VAMOS ESPERAR NOVA CRISE SE INSTALAR?

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sábado, 19 de junho de 2021

PARA QUE SERVEM AS ESCOLAS?

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sábado, 12 de junho de 2021

EDUCAÇÃO E CORRUPÇÃO

 

Publicado originalmente em 21/08/18

Roberto Gameiro

Aristóteles, no livro I da sua “Retórica”, no capítulo 12, escreveu que as pessoas cometem injustiça quando pensam que a ação se pode cometer e ser cometida por elas ou porque entendem que seu ato não será descoberto, ou, se o for, que ficará impune, e, se for punido, a punição será menor do que o lucro que esperam para si mesmos ou para aqueles de quem cuidam.


Esse texto  foi  escrito  mais de trezentos anos antes de Cristo, e caracteriza muito do que temos visto no Brasil  de hoje nos mundos político, social, jurídico e empresarial.

Embora não possamos e nem devamos generalizar, assustam-nos as notícias que recebemos relatando os malfeitos, os processos, os indiciamentos, as delações, as prisões, de pessoas que deveriam ser exemplos de boa conduta e compostura.

Parece até que o texto bíblico Miquéias foi escrito hoje ((Mq 7, 3-4): Essa gente tem mãos habilidosas para praticar o mal: o príncipe exige, o juiz se deixa comprar, o grande mostra sua ambição. E assim distorcem tudo. O melhor deles é como espinheiro…O dia anunciado pela sentinela, o dia do castigo chegou: agora é a ruína deles.
Aqui está o busílis: como educar as crianças e os jovens para a justiça, num ambiente de notícias de injustiças, de corrupção e de mentiras?

A boa formação dos nossos filhos se dá fundamentalmente nos ambientes em que vivem, entre eles a família, a escola e a igreja. Nestas searas, o bom exemplo e o testemunho são muito relevantes. Essa formação também é influenciada pelas vivências com os amigos e, especialmente, pelas redes sociais.

A imprensa escrita, falada e televisiva, no exercício de suas funções, divulga, diariamente, os fatos que acontecem nas diversas esferas da sociedade, os bons e os maus, o que, obviamente, é absorvido pelos jovens; nem todos terão o bom senso de separar o “joio do trigo”, deixando-se influenciar mais pelo mal do que pelo bem.

Não podemos deixar nossos filhos à mercê dessa triste realidade nacional de corrupção, à qual se soma a violência urbana. Isso aumenta a responsabilidade dos adultos no sentido de ajudá-los através do diálogo, do bom exemplo e da proximidade constantes.
Entretanto, se você mente, furta pequenos objetos, fura filas, usa as filas preferenciais ou exclusivas sem ter direito, ultrapassa com seu carro em faixa contínua, para em fila dupla, transita pelo acostamento ou faixa de ônibus, passa em farol vermelho, não para em faixa de pedestres, excede os limites de velocidade, estaciona em locais proibidos para você como vagas especiais, dirige após beber, falsifica documentos ou assinaturas, compra CDs e DVDs piratas, pratica suborno ativo ou passivo, não paga impostos devidos, bate o ponto ou assina lista de chamada de colega, utiliza o WiFi do vizinho ou faz “gato”, não declara compras na alfândega, compra votos, cola ou passa cola nas provas, joga lixo pela janela ou nas ruas, não agradece favores, não cumprimenta as pessoas nem no elevador, não ajuda quem necessita, não cede seu lugar para um idoso ou uma gestante, não devolve o troco vindo a mais, não respeita seus pais, enfim, não evita nem assume seus erros e quer levar vantagem em tudo, você está dando péssimos exemplos de corrupção para as crianças e adolescentes. Tenha certeza de que você será cobrado por isso por eles mesmos quando forem adultos.
Seja, como adulto, digno, autêntico, honesto, verdadeiro. Isso não constitui diferencial a ser agradecido. Isso é obrigação de todo cidadão.

Precisamos preparar os jovens para terem participação ativa e honesta nos destinos do país, não se acomodando, mas intervindo positivamente nas realidades local, regional e nacional, para contribuir com a melhoria da qualidade de vida de todos.

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Artigo editado e publicado no jornal “O Popular” de Goiânia em 18/06/17.


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sábado, 5 de junho de 2021

PODCAST - FILHOS E ALUNOS - COMECE COM UMA PERGUNTA

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    FILHOS E ALUNOS - COMECE COM UMA PERGUNTA


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sábado, 29 de maio de 2021

BULLYING - ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO

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sábado, 22 de maio de 2021

PODCAST - CRIANÇAS ADORAM OUVIR HISTÓRIAS

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    CRIANÇAS ADORAM OUVIR HISTÓRIAS


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sábado, 15 de maio de 2021

MUNDO VIRTUAL X MUNDO REAL E ESPIRITUAL

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sábado, 8 de maio de 2021

O NEGOCIÁVEL E O INEGOCIÁVEL


Roberto Gameiro


Certa vez, há muitos anos, estava eu numa loja de compra e venda de carros usados (hoje chamados eufemisticamente de “seminovos”), tentando vender o meu carro (bem usado) para o proprietário, num longo “jogo” de idas e vindas. Ele oferecia um valor, eu pedia um pouco mais, e assim ia, oferta após oferta. Até que o comprador, espirituoso e brincalhão, fez a sua última proposta: eu lhe pago “x”, mais um maço de cigarros e uma caixa de fósforos! Rimos juntos e o negócio saiu.

   

Na vida, estamos sempre fazendo negociações. Elas acontecem entre pais e filhos, entre amigos, entre colegas de escola, entre familiares, e entre pessoas que mal se conhecem, mas que as circunstâncias as levaram a estar em uma negociação. E acontecem com muita frequência no campo profissional, ou por força do cargo que exercemos, ou com colegas de trabalho. 


O dia a dia é pleno de “negociações”.

 

Entretanto, há determinados fatores que são inegociáveis. 


Nas empresas, os princípios e os valores que regem e suportam as suas imagens não são negociáveis, em nenhuma circunstância, sob pena de a organização perder a sua própria identidade e caminhar fragorosamente para a perda de conceito no mercado e de possíveis vantagens competitivas conquistadas ao longo do tempo. Às vezes, vale mais a pena perder um negócio, uma licitação, do que colocar em risco o nome e o conceito da instituição. 


As pessoas, homens e mulheres, que também têm princípios e valores que regulam suas posturas e ações diante das circunstâncias, no seguimento do seu sentido de vida precisam tê-los muito claros e presentes sempre para não perder a sua identidade e, o que é pior, a sua dignidade. São esses critérios que projetam a forma como somos conhecidos e citados e, portanto, são também inegociáveis. 


E eles (os princípios e os valores) aparecem com força no processo de educação dos filhos, crianças e adolescentes. Quanto mais presentes estiverem no concerto das posturas do pai e da mãe, serão espelho nítido sob o qual as crianças vão crescer, se educar e formar. 


E os filhos, acreditem, sem terem estudado lhufas de teoria administrativa, sabem muito bem quais serão as reações do pai e da mãe diante de um pedido deles. Sabem quem vai dizer sim e quem vai dizer não; isso, mesmo no caso de não haver princípios e valores explicitados pelo casal (o que é muito comum).  Os filhos sabem com quem negociar, pai ou mãe, de acordo com o tema da “negociação”.


A maioria das invenções e descobertas humanas se deram sob as premissas de “erro e erro”, “erro e acerto”. Isso se faz através de experiências. Às crianças, devemos propiciar oportunidades para vivenciar situações que lhes proporcionem a possibilidade de aprender fazendo. 


Daniel Becker, pesquisador do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro, disse, em entrevista recente, que “Uma criança que brinca no parque com amigos vai aprender a negociar, interagir, ter empatia, ouvir o outro, se fazer ouvir, avaliar riscos, resolver problemas, desenvolver coragem, autorregulação, autoestímulo, criatividade, imaginação… Uma série de habilidades que nenhuma aula vai oferecer para ela.”.


Precisamos fazer com que nossas crianças e nossos adolescentes consigam discernir sobre o que é certo e o que é errado, o que é negociável e o que é inegociável. Assim, estarão preparadas para dizer o “sim” ou o “não” quando solicitadas a fazê-lo.


É de Cícero (106-43 a.C.) a frase: “Existem duas maneiras de resolver conflitos: através da violência ou através da negociação. A violência é para animais selvagens, a negociação é para seres humanos.”.


É isso.


A propósito, eu não recebi o maço de cigarros e a caixa de fósforos na venda do carro, até porque eu não fumo...rss.


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sábado, 1 de maio de 2021

PODCAST - A PANDEMIA E A VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES

 

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    A PANDEMIA E A VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES


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sábado, 24 de abril de 2021

GENTE DO BEM VERSUS GENTE DO MAL

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sábado, 17 de abril de 2021

PODCAST - A IMPORTÂNCIA DA CAPACITAÇÃO E DO TREINAMENTO

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    A IMPORTÂNCIA DA CAPACITAÇÃO E DO TREINAMENTO


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sábado, 10 de abril de 2021

O PODER VERDADEIRO É PRÓPRIO DE HOMENS FORTES

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sexta-feira, 2 de abril de 2021

PODCAST - OPORTUNIDADES NÃO CAEM DO CÉU!

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    OPORTUNIDADES NÃO CAEM DO CÉU!


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sábado, 27 de março de 2021

OS ADOLESCENTES E OS PALAVRÕES

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sábado, 20 de março de 2021

PODCAST - ÉPOCA DE MUDANÇAS OU MUDANÇA DE ÉPOCA?

 

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    ÉPOCA DE MUDANÇAS OU MUDANÇA DE ÉPOCA?


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sábado, 13 de março de 2021

CRIANÇAS À MERCÊ DA BANDIDAGEM NA INTERNET

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