quarta-feira, 13 de novembro de 2019

MENSAGEM: O PERDÃO, O RANCOR E A FELICIDADE

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domingo, 10 de novembro de 2019

CRIANÇAS SUSCETÍVEIS NAS ESCOLAS - VACINAÇÃO

Vacinação, Médico, Seringa, Médica

Publicado em 11/07/18 e atualizado em 23/10/19

Roberto Gameiro

Criança suscetível, no contexto deste artigo, é aquela que tem propensão à aquisição de doença contagiosa por não ter sido vacinada em tempo.

Em 2009, houve um surto mundial de gripe inicialmente designada como “gripe suína” e, depois, como “gripe A”, que atingiu todos os segmentos da sociedade e, em especial, as escolas, onde encontrou ambientes favoráveis à sua proliferação. A escola que eu dirigia, por exemplo, teve todas as atividades interrompidas por 23 dias letivos por causa daquela pandemia. Todos fomos pegos de “surpresa” pois não havia, ainda, vacina contra aquela enfermidade.

Em 2018, o UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a infância), em conjunto com a OMS (Organização mundial da saúde), divulgou dados sobre a vacinação de crianças no Brasil. Considerando o período de 2015/2017, houve um decréscimo preocupante na cobertura vacinal de doenças como a Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola): de 96,15% para 85%, a da Poliomielite (Paralisia Infantil): de 98,9% para 78,55% e a Tríplice Bacteriana – DTP – (Difteria, Tétano e Coqueluche): de 96,9% para 78,2%.

Ainda que se desconte a possibilidade de imperfeições no sistema de coleta de informações, o fato é que cada vez mais temos crianças suscetíveis em nossas salas de aulas.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069/90), no parágrafo primeiro do artigo 14, institui que é obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias, e, no artigo 249, prevê pena de multa aos que descumprirem, dolosa ou culposamente, os deveres inerentes ao poder familiar.

O inciso II do artigo 5º da Constituição da República Federativa do Brasil prevê que ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. Ora, no caso da vacinação existe a Lei. Portanto, as famílias são obrigadas a vacinar seus filhos conforme o “Calendário Nacional de Vacinação” divulgado pelo Ministério da Saúde.

Aí, vêm as perguntas: 1- quantas crianças suscetíveis temos nas nossas salas de aulas hoje? 2- Se um aluno nosso, suscetível, adquire uma doença contagiosa passada por outro aluno suscetível que a adquiriu fora da escola, de quem é a responsabilidade? Da família do primeiro, ou da família do segundo, ambos suscetíveis, ou seja, não foram vacinados em tempo?

Entretanto, mais do que procurar responsabilidades, devemos procurar disseminar entre nossos amigos e conhecidos a notícia da importância da vacinação de seus filhos, como forma de proteger a saúde e a qualidade de vida das crianças e de suas famílias; oportuna e inoportunamente. 

Há um Projeto de Lei, o de número 3.146 de 07/02/12, que tramita no Congresso Nacional, teve a sua redação final aprovada no dia 26/09/19 pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados e foi enviado para o Senado Federal em 04/10/19. O PL dispõe sobre a apresentação do Cartão da Criança ou da Caderneta de Saúde da Criança nas escolas públicas e privadas do Sistema Nacional de Educação. A aguardar. (https://legis.senado.leg.br/sdleggetter/documentodm=8030080&ts=1571944884468&disposition=inline)

De qualquer forma, é recomendável que as escolas acompanhem, com as famílias, a situação da vacinação das crianças, não só na matrícula, mas, também em relação às atualizações.

Em 2009, não havia vacina para prevenir a “Gripe A”. Hoje, há vacinas disponíveis, bem ou mal, para todas as doenças acima citadas. Portanto, não poderemos alegar “surpresa” no caso de uma pandemia de doença evitável com vacinação.

A Constituição brasileira tem 250 artigos, mais um número enorme de parágrafos, incisos e alíneas. Todo cidadão é obrigado a cumprir a Lei. Que bom se fosse assim. No nosso pais, do “jeitinho” e do “levar vantagem em tudo” cada vez mais concordo com a afirmação atribuída a Capistrano de Abreu, historiador cearense de Maranguape, que propunha que a Constituição deveria ter apenas dois artigos: 1º Todo brasileiro deve ter vergonha na cara; 2º Revogam-se as disposições em contrário.
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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

MENSAGEM: USO DO BOM SENSO NAS REDES SOCIAIS

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domingo, 3 de novembro de 2019

TEORIA VERSUS PRÁTICA DOCENTE: O XIS DA QUESTÃO

Academia, Acadêmico, Conselho, Negócios
Roberto Gameiro

Este artigo faz uma breve análise das dificuldades que os professores recém-formados têm para iniciar-se na profissão. 

Começo com uma pergunta: o que é mais importante: a teoria ou a prática?

Já se disse que “na prática, a teoria é outra”; prefiro a máxima que diz que “na prática, nada melhor do que uma boa teoria”. 

Paulo Freire fala em “práxis”; que pode ser entendida como uma relação direta entre teoria e prática, ou seja, o sujeito aplica a teoria na prática e esta o leva à reflexão que o remete de volta à teoria que é realimentada pela prática e se torna uma nova teoria, num ciclo virtuoso saudável que constrói novos conhecimentos que, ao serem comunicados, se tornam saberes. Acrescenta que o refletir por refletir ainda não é práxis pois a teoria em si não leva automaticamente à prática. Por outro lado, o fazer pelo fazer é simples pragmatismo. 

Quem conhece a teoria tem condições de saber como agir em situações novas não previstas e ainda não vividas na sua prática. Por outro lado, quem só conhece a prática, sem consubstanciá-la com a pesquisa, fica limitado em suas ações. 

No seu livro “Pedagogia da Autonomia”, de 1996, Paulo Freire escreveu: “Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino [...] Enquanto ensino, continuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando intervenho, intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade.”

Levando esta reflexão para a prática docente, por que será que as boas escolas exigem que os seus novos professores tenham, entre outras competências, geralmente, experiência de dois ou três anos na docência? Eles não foram formados nos cursos superiores de licenciatura e Pedagogia para serem professores?

Claro que há que se levar em conta que os recém-formados, em qualquer profissão, têm certa insegurança ao iniciar o exercício profissional. 

Mas por que em algumas outras áreas as empresas vão buscar os novos profissionais  diretamente nas  universidades, entre os formandos, e estes já saem com empregos garantidos?

Os professores e os pedagogos recém-formados geralmente saem da universidade com muita teoria na cabeça mas pouca, ou, às vezes, nenhuma prática, salvo raras e honrosas exceções. 

Os cursos de Pedagogia e de Licenciaturas têm a obrigatoriedade do “estágio” como forma de levar o futuro professor ao contato com a prática de sala de aula. Sabemos, porém, das dificuldades para o encontro de oportunidades de estágio, e estágio sério...

Quando começam a lecionar, muitos fazem uso de saberes decorrentes de suas vivências anteriores à formação superior e ao exercício da docência, como, por exemplo, quando davam aulas particulares ou ajudavam os colegas ou, ainda, como fruto da observação de seus professores do Ensino Fundamental e do Médio...

Aí está o xis da questão, não o único: levar a práxis docente para dentro dos currículos dos cursos de pedagogia e licenciaturas, aproximando as teorias estudadas de suas práticas decorrentes para dar mais segurança aos futuros profissionais.

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Artigo editado e publicado no jornal “O Popular” de Goiânia em 17/11/18 sob o título “Teoria x prática docente”.

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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

domingo, 27 de outubro de 2019

VIOLÊNCIA E BENEVOLÊNCIA - O BEM E O MAL

Direito, Falso, Intestino, Mau, Gancho
Roberto Gameiro

Jean-Yves Leloup, filósofo francês, escreveu no seu texto O poder do silêncio: “Acredita-se que o silêncio não combina com o poder, pois este tem se confundido com prepotência e violência (...) o verdadeiro poder do homem não consiste em atos de violência física. Quando um homem conquista o verdadeiro poder, toda a antiga violência acaba em benevolência. A violência é sinal de fraqueza, a benevolência é indício de poder.”. 

O poder verdadeiro é próprio de homens fortes que não se deixam levar pela pretensão de tornar submissas as pessoas com quem convivem. Dão-lhes oportunidades de expressão e de ação livres de bloqueios e restrições. Sabem ouvir, não interrompem falas e argumentos, não são afoitos.

Homens fortes sabem que não são donos da verdade e que o diálogo é importante para a busca da melhor opção para cada iniciativa, para cada empreitada, para cada decisão. 

Homens prepotentes têm geralmente por trás da sua opressão e da sua tirania uma fraqueza no caráter e na personalidade que os impede de serem benevolentes para não perderem a “armadura” com que se protegem. 

A história da humanidade está cheia de homens fracos que chegaram ao poder fazendo uso da violência e assim submeteram povos a sacrifícios e cometeram verdadeiros genocídios. Mas como não há mal que sempre dure, muitos deles terminaram como vítimas do mesmo estigma.

Por outro lado, na nossa memória “pululam” exemplos de homens e mulheres que dedicaram e dedicam suas vidas a promover o bem, a enfrentar o mal e os maus, a proteger os vulneráveis, fazendo uso da palavra, dos bons argumentos, da sinceridade, da verdade, do convencimento dialogal. 

No processo de educação/formação das crianças e dos adolescentes, eles passam a ter conhecimento das histórias de homens fortes e de homens fracos; homens bons e homens maus. No regime democrático, há a possibilidade da alternância no poder de grupos políticos, o que é muito bom. Entretanto, dependendo da ideologia que está por trás dos que detêm o poder, os heróis podem virar vilões e os vilões podem virar heróis. 

As famílias na educação e as escolas na formação precisam estar bem sintonizadas para propiciar aos filhos e alunos opções para o bom discernimento das diversas facetas que caracterizam esta sociedade plural em que vivemos; eles precisam estar preparados para dizer “sim” ao bem e “não” ao mal; “sim” à benevolência e “não” à violência.

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Artigo publicado no jornal "O Popular" de Goiânia em 27/10/19 sob o título de "Violência e benevolência". 




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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

MENSAGEM: CONSTRUINDO UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA

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domingo, 20 de outubro de 2019

A EDUCAÇÃO DOS FILHOS APÓS A SEPARAÇÃO

Menino, Menina, Crianças, Irmão, Irmã

Roberto Gameiro

Certa vez, um amigo meu, recém-separado da esposa, me pediu dicas e no que se deve prestar atenção para a educação dos filhos.

Senti-me muito honrado com o pedido, o qual demonstrava a confiança do amigo em mim. Entretanto, essa confiança vinha acompanhada de uma responsabilidade inerente significativa. Até porque não sou especialista nessa seara que tem características próprias e ímpares em cada caso. Mas considerei que a minha experiência de vida como professor e diretor de escola poderia me ajudar a ajudá-lo.

Na minha reflexão, levei em consideração que hoje, salvo exceções, a guarda dos filhos é compartilhada; e que provavelmente a preocupação dele com a educação dos filhos era também a da ex-esposa. 

Assim, fazendo uma retrospectiva dos meus atendimentos de casos análogos na minha profissão, identifiquei três aspectos relevantes que valem para a educação dos filhos por casais que vivem juntos e, especialmente, pelos separados. Esses enfoques são “valores”, “presença” e “convivência”.

Por “valores” designo características que constituem virtudes, qualidades e méritos considerados importantes para orientar as posturas e decisões dos pais em relação à (boa) formação dos filhos. Então, sugeri que ele construísse com a ex-esposa um elenco de valores aceitos e vivenciáveis por ambos que servisse de norte para o dia a dia no relacionamento com os filhos. Dessa forma, eles teriam em que basear as decisões sobre a educação da prole (todos os casais deveriam ter esse elenco de valores definido). 

Por “presença” não me refiro a qualquer presença. Refiro-me, como tenho escrito em outros artigos, a uma “presença significativa”, aquela que se caracteriza por um diálogo participativo, interativo, olho no olho, a qual requer constância e confiança recíproca. Essa “presença” não deve acontecer apenas nos horários de visita, mas em outras oportunidades, especialmente aquelas promovidas pela escola. As crianças esperam ansiosas a presença dos pais nas suas atividades escolares. 

Por outro lado, a boa “convivência” dos ex-cônjuges na presença dos filhos constitui lastro essencial para o crescimento e formação deles na direção certa e segura. É lamentável quando os pais são separados e um dos cônjuges é o “bonzinho” que só diz “sim” para tudo, e o outro, geralmente aquele com quem a criança mora, é o que tenta colocar regras de conduta, entre as quais há, invariavelmente, por necessidade óbvia, a palavra “não”.

Tudo isso, sem descuidar da orientação dos filhos na direção de uma espiritualidade sadia e vitalizadora, respeitando a individualidade deles.

A situação fica complicada quando a separação não é consensual e há divergências entre os ex-cônjuges, o que dificulta a guarda compartilhada e as ações idem em relação à educação das crianças. Que bom seria se, conflitos à parte, os ex-cônjuges conseguissem privilegiar, juntos, os cuidados e a formação dos filhos, o que sei que é uma tarefa de difícil execução, mas não impossível.

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Artigo editado e publicado no jornal "O Popular" de Goiânia em 15/10/19 sob o título "Os filhos após a separação".

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quarta-feira, 16 de outubro de 2019

domingo, 13 de outubro de 2019

TRAGO TUDO COMIGO


Livros Prateleira Biblioteca Estante De Li

Roberto Gameiro

A escola em que cursei o que hoje corresponde à segunda fase do Ensino Fundamental tinha como lema a frase latina “omnia mecum porto”. Embora tivéssemos no currículo a disciplina “Latim”, poucos de nós tínhamos a real percepção da profundidade semântica dessa frase; mas usávamos com orgulho o uniforme com a frase bordada nas costas!

Omnia mecum porto” significa “trago tudo comigo”. Conta-se que quando Priene, na Grécia antiga, estava cercada pelos Persas, todos se preocupavam em fugir levando bens, joias, ouro e prata, à exceção de Bias, um dos sete sábios da Grécia, que fugiu levando apenas seus livros e seus conhecimentos. Perguntado, ele respondeu: “Omnia mecum porto”, ou seja, o conhecimento e o saber são os bens que realmente têm valor para o ser humano.

Longe de mim querer dizer que é “pecado” ter bens, joias, ouro e prata. O que quero ressaltar da frase em questão é a importância que têm o conhecimento e o saber nas nossas vidas, bem como a percepção de segurança e liberdade que nos trazem para enfrentar os desafios cotidianos.

Conhecimento e saber são constituintes de um concerto humanístico que pode trazer, além de felicidade, a conquista de bens materiais. Entretanto, cuidemos, porque conhecimento e saber podem ser usados para o bem, assim como para o mal.

Descartes (1596-1650) escreveu no seu “Discurso sobre o Método”: “Não é suficiente ter a mente sã: o essencial é bem aplicá-la. As maiores almas estão capacitadas aos maiores vícios como às maiores virtudes. Os que caminham muito vagarosamente podem se adiantar muito mais, se prosseguirem sempre em seu caminho reto, do que os que correm e se afastam desse roteiro.”.

Haja vista a situação de certos governantes, políticos e empresários envolvidos na operação “Lava Jato”. Muitos usaram seus conhecimentos e seus saberes para o mal, acumulando ilegalmente imensas fortunas e bens dos quais não terão condições de usufruir nem que vivam vários séculos; para estes, dizer “omnia mecum porto” significaria o aporte de muitos contêineres com peso proporcional ao peso na consciência de cada um deles.

Lembremo-nos sempre do que disse Platão: “A coisa mais indispensável a um homem é reconhecer o uso que deve fazer do seu próprio conhecimento.”.

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Artigo publicado no jornal "O Popular" de Goiânia em 10/04/18. Atualizado em 13/10/19.


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