quarta-feira, 11 de julho de 2018

OBRIGADO PELA VISITA!



Olá meu amigo, minha amiga. Agradeço sua visita ao meu Blogue. Se gostar do site, ou de algum artigo, por favor, encaminhe para seus amigos e, se possível, deixe seu comentário. Compartilhe! São artigos sobre "Educação de Crianças e Adolescentes" e "Gestão Escolar"; escolha a sua opção, clicando na imagem maior acima. Traduza para mais de 100 idiomas. Abraço. Roberto Gameiro

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THANKS FOR THE VISIT!

Hello my friend! Thank you for visiting my blog. If you like the site, or some article, please forward it to your friends and, if possible, leave your comment. Share! They are articles on "Education of Children and Adolescents" and "School Management"; choose your option by clicking on the larger image above. Translate to over 100 languages. Hug. Robert Gameiro
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RECOMENDAÇÃO: LIVRO "DIÁLOGOS EDUCACIONAIS"





Caros(as) amigos(as),

Trata-se de uma obra produzida em coautoria por: Amaro França (Org.), Elimar Melo, Luiz Schettini Filho, Hamilton Werneck e Renato Casagrande, com comentário de Augusto Cury. Todos são autores e palestrantes na área educacional que, em meio aos compromissos profissionais, sempre reservam tempo para as boas conversas, como forma de comunicação, levando-os a consolidar interlocuções reveladas neste trabalho. Assim, surge: “Diálogos Educacionais” – obra permeada por visões diferentes e complementares, construções dialógicas sobre relações interpessoais, convivências pedagógicas, papel da família na educação, processos de aprendizagens, formação docente, dinâmicas do cotidiano escolar, liderança, gestão, formação de equipes, mercados educacionais e tantos outros temas que, “transversalizam” o fazer educacional dos autores. Obra ilustrada por alguns “cases”, pelas teorias que os respaldam e pelas “expertises” – adquiridas ao longo dos anos a serviço de uma paixão em comum- a Educação.

Para aquisição do livro, favor enviar e-mail para amaro-franca@hotmail.com.

Outra opção para aquisição pode ser através do site da Livraria da Travessa; https://www.travessa.com.br/Busca.aspx?d=1&bt=Di%C3%A1logos%20educacionais&cta=00&codtipoartigoexplosao=1.

 Agradeço o seu carinho e a sua participação!

Abraço!!!

Amaro França.

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ESCOLA, LOCAL DE PAZ

Braço Amigo Amizade Gesto Saudação Mão Mem

Roberto Gameiro

A cena grotesca se desenrolava à vista de todos, menos das crianças, que ainda não haviam saído das salas. As duas mães, agarradas uma à outra, estapeavam-se, com xingamentos e ameaças. As pessoas presentes, estupefatas, não conseguiam acreditar no que viam. Não demorou muito para que as outras mães e educadoras interviessem, separando uma da outra.

O fato, inédito e único, aconteceu no pátio da escola no momento em que os pais entram para buscar seus filhos no final das aulas.

O que leva duas jovens senhoras, mães devotadas, de classe média alta, normalmente bem-educadas e postadas, a se engalfinhar para resolver problemas de relacionamento entre os filhos, crianças com menos de seis anos de idade?

Crianças que nos dias seguintes estavam alheias à animosidade entre as respectivas mães, só não sendo totalmente tranquila a relação, menos pelo problema que levou à desavença, mais pelas recomendações maternas de distanciamento.

Como deveria agir a professora no relacionamento com as mães e com as crianças, após o acontecido, mantendo o equilíbrio que levasse todas as partes à paz?

O caso foi parar na polícia. E lá prosseguiu com desfecho que desconheço.

Mas, e na escola? Que providências a direção deveria tomar em relação a esse caso?

Direção de escola não é polícia, muito menos juiz. Escola é local de paz e de formação, inclusive para os pais em situações extremas como essa. Coube, então, aproximar as partes para buscar a pacificação e o relacionamento entre as duas pelo menos tolerável, preservando as crianças: isso aconteceu após a mediação.

À época, as redes sociais, como as conhecemos hoje, ainda engatinhavam. Imaginem se fosse hoje; talvez alguém tivesse gravado em vídeo a cena esdrúxula e divulgado na Internet.

A natureza humana é um mistério.

Artigo publicado no jornal "O Popular" de Goiânia em 10/07/18.


Roberto Gameiro é palestrante e presta assessoria nas áreas de “Gestão Escolar” e “Educação de crianças e adolescentes”.
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FAÇA VALER A PENA


Roberto Gameiro

O cartunista americano Hugh MacLeod escreveu no seu “Ignore Everybody” que a melhor maneira de obter aprovação é não precisar dela. Isso é igualmente verdade em arte e negócios. E amor. E sexo. E praticamente tudo o mais que vale a pena ter. 
A expressão “valer a pena” quer dizer que o sofrimento, o investimento, a dor, valeu porque trouxe o resultado esperado. E isso, como indicou o artista, é verdade nas artes, nos negócios e nos inter-relacionamentos, sejam eles pessoais, sociais ou profissionais.
Não necessitar de aprovação para praticar o bem, então, é próprio do cidadão consciente; aquele que não depende da aprovação dos outros para ser honesto, digno, verdadeiro.
Assim, preocupa aquele que vive em função daquilo que os outros possam pensar dele. Não é a cidadania que o move, mas a angústia de poder não ser aceito pelos outros. Devido a isso, espera aplauso para tudo o que faz; e, quando ele não vem, fica entre aflito e atormentado, até rancoroso, procurando culpados para a falta de elogios, considerando que, “com certeza, não é ele próprio o culpado”.
Ser honesto, digno e verdadeiro, em um país com tanta corrupção, e no qual a “lei de Gerson” infelizmente prepondera nalguns setores, traz, muitas vezes, ônus a quem o é. É o caso, por exemplo, do bom estudante, que antigamente era chamado de cdf, e agora denomina-se nerd.
Em outro trecho da obra citada, o autor escreve: Você deve encontrar seu próprio talento. Um Picasso sempre parece que Picasso o pintou. Hemingway sempre soa como Hemingway. Parte de ser um mestre é aprender a cantar na voz de ninguém, mas na sua própria.
Seja você mesmo! Faça valer o seu caráter, a sua personalidade, o seu carisma, as suas competências, sabendo que a verdade sempre prevalecerá diante das iniquidades. Seja autêntico.
A autenticidade quando positiva é característica daqueles que não esperam a aprovação alheia para justificar suas posturas e suas ações. Valorizam o seu próprio talento, são cidadãos conscientes, autoconfiantes, aceitam o erro como parte do aprendizado, não se deixam abater pelos possíveis fracassos, são perseverantes, flexíveis e resilientes, enfim, falam, escrevem e “cantam com a sua própria voz”.
Faça valer a pena!

Roberto Gameiro é palestrante e presta assessoria nas áreas de “Gestão Escolar” e “Educação de crianças e adolescentes”.

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terça-feira, 26 de junho de 2018

II FÓRUM DE GESTÃO DE ESCOLAS (já realizado)

CONVITE


EVENTO EM BELO HORIZONTE

Inscrições e mais informações sobre o II Fórum de Gestão de Escolas, no endereço: https://www.pucminas.br/Pos-Graduacao/IEC/noticias/Paginas/II-F%C3%B3rum-de-Gest%C3%A3o-de-Escolas-acontece-no-dia-09-de-julho.aspx
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ADOLESCENTES E BORBOLETAS

Borboleta, Inseto, Verde, Azul, Distrito


Roberto Gameiro

A mulher grávida é a síntese da beleza da natureza humana. Durante nove meses, um novo ser se constrói no ventre da mãe, e esta enfrenta esse período com um misto de alegria pelo amor que já nutre por aquele “serzinho” que está se formando, e tensão, pelo receio de que algo dê errado; e sofre por isso. 

Esse ser nasce, cresce e se torna um adolescente. E aí, ele se torna “grávido de si mesmo”, como reflete o filósofo Mário Sérgio Cortella: “ele dará à luz ele mesmo em outro momento; alterações hormonais, dificuldades de humor, impasses no corpo e na mente e impaciência são algumas das características dessa fase”. Isso faz parte do ciclo de vida humana. Todos nós passamos por isso. 

Assim como a borboleta que vem da transformação da lagarta num processo que exige muito esforço e resiliência, os adolescentes enfrentam, ainda imaturos, momentos de transformações biológicas e psicossociais que lhes causam aflição e angústia. E sofrem por isso, assim como quem convive com eles. 

E por ser “fase”, esses momentos devem ser vistos como transitórios, como passagem de um estágio de maturidade para outro, mais aperfeiçoado. 

Para isso, precisam da ajuda dos adultos. Não adultos que se fazem de adolescentes para conquistar a simpatia dos meninos e meninas, mas adultos autênticos, conscientes de que são espelhos nos quais os jovens se miram na busca de segurança e de orientação positiva e assertiva. 

Mas não nos enganemos que, em função da “fase”, tudo seja permitido. O diálogo e a presença constantes dos adultos junto dos adolescentes propiciam as condições para a busca do equilíbrio que não aceita o desrespeito, a agressão física ou verbal, o uso de drogas ou bebidas alcoólicas etc. Isso se faz especialmente na família, na escola e na Igreja. 

E evita suicídios!


Artigo publicado no jornal "O Popular" de Goiânia em 26/06/18 e no Portal UAI.

Roberto Gameiro é palestrante e presta assessoria nas áreas de “Gestão Escolar” e “Educação de crianças e adolescentes”.
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terça-feira, 19 de junho de 2018

OS ADOLESCENTES E O ÁLCOOL


Roberto Gameiro

A venda ou o fornecimento, mesmo que gratuito, de bebida alcoólica para menores de dezoito anos é proibida por Lei. Nem os próprios pais podem fazê-lo. Essa proibição está prevista no Art. 243 da Lei 8069/90 – “Estatuto da Criança e do Adolescente – Dos Crimes em Espécie”.
A Lei, entretanto, não tem sido cumprida por omissão, tolerância, displicência, má fé, interesses comerciais e outros motivos inconfessáveis.
A análise desta temática, na realidade, deve ser desenvolvida não somente à luz da Lei, mas, e principalmente, à luz do bom senso, da valorização do Ser e dos relacionamentos interpessoais. Cuidar bem da educação de crianças e jovens para princípios e valores que preservem a vida e a dignidade é tarefa de cada família e de toda a sociedade. A Lei busca dar forma a esta necessidade básica.
O aumento do consumo de álcool pelos jovens, em idade cada vez mais precoce, preocupa pais e educadores do mundo todo – e a nossa cidade não é exceção.
São inúmeras as pesquisas que têm sido realizadas e divulgadas (basta “dar uma volta” pela internet para tomar conhecimento); quase todas elas nos remetem a informações como estas:
– 40% das mortes entre jovens ocorrem em acidentes de trânsito, sendo metade causados por alcoolismo;
– 50% de crianças entre 10 e 12 anos já provaram bebida alcoólica;
– São raros os pais que não fazem vista grossa sobre o consumo de álcool entre filhos adolescentes;
– Meninas têm sido vítimas de estupros por terem ingerido bebida alcoólica e, em consequência, ficado sem autocensura e autocontrole;
– Lares desintegrados são convite a todo tipo de desajuste;
– Relacionamento familiar insatisfatório aumenta em 121 vezes a chance de desenvolver dependência;
– O primeiro contato dos adolescentes com álcool acontece muitas vezes dentro de casa, sob os olhos dos familiares;
– 28% beberam pela primeira vez em casa e, em 21,8% dos casos, as bebidas foram oferecidas pelos pais;
– 23,81% beberam pela primeira vez devido às pressões do grupo de amigos, 11% brigaram após beber, e 19,5% faltaram à escola.
O aumento do consumo de álcool pelos jovens, em idade cada vez mais precoce, preocupa pais e educadores do mundo todo.
Importante registrar que a maioria dos jovens afirma que começou apenas por curiosidade. Ora, ninguém precisa pôr a mão no fogo para saber que queima…
“…A educação severíssima do passado deu lugar a seu oposto absoluto – a liberdade total. O que se vê hoje são garotos e garotas indo a festas várias vezes por semana e voltando para casa às cinco da manhã. Nem todos, é claro, irão abusar do álcool. Mas essa rotina desregrada é certamente um convite aos excessos. Uma das características da juventude – não necessariamente um defeito – é querer experimentar de tudo.” (Ilana Pinsky – Psicóloga)
Está mais do que na hora de os adultos, pais e educadores, se unirem para ajudar esses jovens que, sem perceberem, estão trilhando um caminho muitas vezes sem volta.
E não nos esqueçamos da mensagem Bíblica: “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei dominar por coisa alguma” (ICor 6,19). É um aprendizado que, ancorado na nossa fé na vida, nos engaja em uma caminhada comum de busca de vida em plenitude (Jo 10,10) para os nossos adolescentes e jovens.
A pedagogia da presença, que é o contato habitual com os adolescentes e jovens, constitui um dos eixos mais significativos da educação. Por isso, é fundamental que não deixemos perder a proximidade pedagógica que ensina e que aprende e que tem a força de cultivar a vida, de valorizar a família, de propiciar a felicidade e de realizar os sonhos.
Para saber mais, sugiro acessar o endereço http://veja.abril.com.br/saude/adolescentes-comecam-a-beber-cada-vez-mais-cedo/   (Adolescentes começam a beber cada vez mais cedo).
Artigo publicado no jornal “O Popular” de Goiânia em 10/03/16, no jornal digital “Nota 10” da APADE em 14/03/16, no jornal “O Hoje” de Goiânia em 18/03/16 e no “Jornal do Brasil” – digital – de 03/10/16.

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quarta-feira, 13 de junho de 2018

CONVERSA DE ADOLESCENTE - Uso de palavrões


Roberto Gameiro

Quando me propus a escrever este texto, a respeito do uso de palavrões no linguajar dos adolescentes,  pensei em começar transcrevendo alguns diálogos, ouvidos de conversas entre eles, para ilustrar esta introdução.
Comecei, mas não tive coragem de continuar, em respeito aos leitores, alguns dos quais poderiam se sentir constrangidos com tal palavreado.
Então, passei a me perguntar se isso é normal ou trata-se de chatice dos mais velhos querendo se intrometer onde não são chamados, ou, ainda, se se trata de uma anomalia comunicacional que precisa ser acompanhada e depurada.
Não estou aqui me referindo aos contextos de língua culta e de língua coloquial, a primeira com suas características de uso em situações formais e documentos oficiais, e a segunda com suas variantes espontâneas, usando formas reduzidas, sem preocupação com as normas gramaticais, e muitas expressões próprias da cultura existente nos relacionamentos familiares e entre amigos de infância.
Também não se pode afirmar que seja a maioria dos adolescentes e em todas as partes do país, felizmente. Mas que este universo é graaaande, não tenho dúvidas.
Sabemos que os adolescentes sentem necessidade de integração nos seus grupos de amizades. Nada mais normal. Para isso, é comum que usem determinadas gírias e abreviaturas que têm significado particular para aquele grupo. Essas gírias vêm e vão com a mesma velocidade. E eles se entendem. Até aqui, nenhuma novidade. Qual de nós não se utilizou dessas estratégias na mocidade?
Sabemos, também, que, atualmente, nas redes sociais, ao teclarem, além de usar as gírias, utilizam-se de abreviaturas de palavras e expressões para facilitar e agilizar a digitação e a comunicação. Os adolescentes, geralmente, têm pressa. Neste caso, os adultos também…
Mas, por que os palavrões?
Muitos adolescentes falam palavrões que aprendem com seus próprios pais; e isso, infelizmente, não é raro.
Assim como os pais exercem influência nos adolescentes, também os amigos líderes de grupos ou “tribos” influenciam, para o bem ou para o mal, os seus seguidores. Se esse líder fala muitos palavrões, com certeza os demais também o farão para se firmar no grupo e para a autoafirmação de cada um.
Percebe-se, por outro lado, que conforme vão “crescendo”, esse costume vai diminuindo e tende a desaparecer na vida adulta. Nem todos, porém.
O mundo muda. Para melhor e ou para pior. A família muda. A adolescência também.
Entretanto, compete aos pais e à escola exercer a influência positiva, dialogando com os adolescentes e mostrando o quanto esse costume denigre a imagem que eles projetam na sociedade, por mais liberal ou mais conservadora que seja.
Mas, será que eles estão preocupados com projeção de imagem?
Fica aí um convite para mais uma reflexão em família.
Artigo editado e publicado no jornal “O Popular” de Goiânia em 27/10/16.

Roberto Gameiro é palestrante e presta assessoria nas áreas de “Gestão Escolar” e “Educação de crianças e adolescentes”.

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AS CRIANÇAS E O MUNDO VIRTUAL – As crianças e as salas de bate-papo


Roberto Gameiro

Vou direto ao assunto. Primeiro: você sabe quem está na companhia do seu filho, da sua filha, no “mundo real”? Segundo: você sabe quem está na companhia do seu filho, da sua filha, no “mundo virtual”?
Até há pouco tempo, a preocupação dos pais se limitava ao contido na primeira pergunta.
Hoje, com o avanço das redes sociais e dos sites de diversas naturezas e objetivos, as crianças, os adolescentes  e os jovens se ligam na telinha do computador, ou do smartphone, navegando, muitas vezes compulsivamente, por possibilidades nunca antes imaginadas.
Quando nossos filhos são pequeninos, muitos de nós nos expressamos lamentando o trabalho que eles nos dão, especialmente às mães, e dizemos: “não vejo a hora de ele(a) crescer para que eu não tenha tanta preocupação”. Ledo engano. Quando eles são pequenos, nós sabemos o tempo todo onde eles estão. Quando crescem…
Isso já era um problema antes do advento da Internet. Agora, multiplicam-se potencialmente as agruras dos pais, que se sentem impotentes para enfrentar esses novos desafios.
Claro que não podemos descartar as grandes vantagens para o mundo moderno que a Internet e seus subprodutos trazem. Entretanto, junto do trigo vem o joio.
Escrevo este artigo desta feita para alertar os pais a respeito de um aspecto específico desse “mundo virtual” que deve merecer atenção muito especial.  As nossas crianças acessam sites e aplicativos com conteúdo infantil para desenhar, pintar, jogar etc. E se entretêm, se divertem e até aprendem muita coisa útil. Ocorre que alguns desses sites têm “salas de bate-papo”. Aqui mora o (grande) perigo. E tem tudo a ver com a segunda pergunta que fiz acima. Quem está do outro lado é também uma criança? Poderá ser um adulto? Ou, pior ainda, um(a) pedófilo(a)?
Se for um(a) pedófilo(a), já imaginaram para que “mundos” ele(a) vai levar a nossa ingênua criança? Quanto mal ele(a) vai causar ao nosso maior tesouro? E como vamos reparar isso?
Nós amamos demais nossos filhos para deixá-los à mercê da bandidagem. Portanto, vigiem! Tenham presença significativa com seus filhos, dialogando muito a respeito desses assuntos e alertando-os sobre esses perigos. E disseminem este alerta para seus parentes, amigos e amigas!
O Google, em parceria com a Childhood Brasil e a Safernet Brasil, apresenta algumas recomendações/orientações importantes acerca destes assuntos. Acessem: https://www.google.com.br/intl/pt-BR/safetycenter/families/start/basics/
(Artigo editado e publicado no jornal “O Popular” de Goiânia em 13/09/16 sob o título “Crianças e o mundo virtual”).

Roberto Gameiro é palestrante e presta assessoria nas áreas de “Gestão Escolar” e “Educação de crianças e adolescentes”.

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TRADUZA - TRANSLATE

Sobre Roberto Gameiro

Sobre Roberto Gameiro
Pedagogo habilitado em Administração e Supervisão Escolar, Licenciado em Letras Modernas Português-Inglês, Pós-graduado com Especialização em Avaliação Institucional Escolar, e Mestre em Administração com ênfase em Gestão Estratégica de Organizações, Marketing e Competitividade. Diretor de escolas de Educação Básica, Professor universitário e de Educação Básica, e Diretor de Obras Sociais. É palestrante e tem seus artigos publicados em jornais, revistas e redes sociais.

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O TEXTO NO CONTEXTO COMO PRETEXTO: PARA LEITURA E DEBATE EM FAMÍLIA - COM OS FILHOS

Reprodução

Autorizada, desde que com a citação dos nomes do Blogue e do Autor.

Sobre o Blogue

ESTE BLOGUE ABRIGA ARTIGOS SOBRE “EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES” E SOBRE “GESTÃO ESCOLAR”. NA SEÇÃO “EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES”, ESPERA-SE QUE OS ARTIGOS POSSIBILITEM LEITURA E DEBATE EM FAMÍLIA, ESPECIALMENTE COM OS FILHOS, NAS DIVERSAS FAIXAS ETÁRIAS. NÓS PAIS ESTAMOS SEMPRE PROCURANDO ENCONTRAR VIAS DE COMUNICAÇÃO COM OS NOSSOS FILHOS, MAS NEM SEMPRE ENCONTRAMOS O VEIO PROPÍCIO, NÃO É? AQUI ESTÁ UMA POSSIBILIDADE. NA SEÇÃO “GESTÃO ESCOLAR”, ESPERA-SE QUE OS ARTIGOS CONSTITUAM SUBSÍDIOS ÚTEIS PARA AS ÁREAS DE DIREÇÃO, SUPERVISÃO, COORDENAÇÃO E DOCÊNCIA. SÃO PUBLICADOS, TAMBÉM, TEXTOS DE OUTROS AUTORES, QUE AGREGUEM VALOR AOS OBJETIVOS DO BLOGUE. BOAS LEITURAS!

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