O TEXTO NO CONTEXTO COMO PRETEXTO - Para debates em família e na escola - Roberto Gameiro
sábado, 1 de agosto de 2026
sexta-feira, 24 de julho de 2026
SOBRE A IDENTIDADE ORGANIZACIONAL
quinta-feira, 18 de junho de 2026
SEJA A SUA MELHOR VERSÃO
Roberto Gameiro
Você já tentou endireitar uma
banana?
Eu costumo brincar fazendo essa
pergunta ao meu interlocutor quando percebo que estamos em uma luta inglória
para mudar algo ou alguém.
Se há alguém que conseguimos
mudar a partir dos nossos argumentos, esse alguém somos nós mesmos.
Cada pessoa tem seus valores e
seus princípios, seu ritmo, suas dores e suas escolhas, sejam elas conscientes
ou não. Estou me referindo aos nossos amigos, conhecidos, parceiro e
familiares. Forçar a transformação de alguém, moldando-o às nossas
perspectivas, é uma batalha fragorosamente perdida.
É um verdadeiro desperdício de
tempo tentar “consertar” quem não pediu para ser consertado, assim como motivo
de muita frustração, além de nos afastar do que realmente importa.
Na verdade, o que é realmente
significativo é cuidar do nosso próprio jardim, em vez de nos preocuparmos com
o jardim alheio; é direcionarmos o foco da nossa vida para nós mesmos, para o
nosso conhecimento, nossos saberes, inteligência emocional e bem-estar.
Faça uso da sua energia para se
transformar na melhor versão de si mesmo; quando você faz isso, acaba atraindo
as pessoas certas para o seu convívio.
Assumir o protagonismo da própria
história não é ato de egoísmo, mas de sabedoria. Aliás, existe um mito de que
pensar em si mesmo é ser egoísta; quando você assume o protagonismo da sua
vida, você se torna mais leve, mais equilibrado cognitiva e emocionalmente. Você
passa a ser uma pessoa melhor para si e, consequentemente, para os outros.
Para mudar o mundo, o caminho
mais eficiente e eficaz é começar mudando a si mesmo.
Carl Rogers (1902-1987), psicólogo estadunidense, escreveu: "Descobri que sou mais eficaz quando me posso ouvir a mim mesmo, aceitando-me, e quando posso ser eu mesmo.".
Priorize-se!
Seja a melhor versão de si mesmo!
Você já tentou endireitar uma
banana?
Rss.
sexta-feira, 12 de junho de 2026
COMPETÊNCIAS TÉCNICAS VERSUS COMPORTAMENTO PESSOAL
Roberto Gameiro
Você já percebeu que a maior
parte das dispensas de colaboradores nas empresas se dá em função do
comportamento pessoal do indivíduo, mesmo que ele tenha ótimas competências e
habilidades técnicas?
Felizes são os gestores que podem
direcionar seu foco na produtividade, na criatividade, no crescimento e no
desenvolvimento, sem ter de desperdiçar energia para resolver problemas de
atritos e desgastes interpessoais dos colaboradores; nessa situação, o clima
organizacional, que deveria ser colaborativo, passa a ser caracterizado por
tensões constantes que causam redução de produtividade e, consequentemente,
redução no atingimento de objetivos e metas da empresa.
Por outro lado, quando os
colaboradores respeitam e são respeitados emocionalmente, a motivação coletiva
aumenta substancialmente, contribuindo para a redução do estresse.
Profissionais com autocontrole dificilmente têm reações impulsivas e
inconsequentes diante de conflitos, e mantêm alto grau de produtividade, pois
transformam as eventuais tensões em oportunidades para a busca de soluções
criativas que reforçam o foco nos resultados de qualidade.
Daí, a importância do feedback,
constante e qualitativo, no acompanhamento da performance dos colaboradores.
A inteligência emocional já não é
apenas uma habilidade desejável, mas uma competência estratégica necessária no
ambiente corporativo. Quando os gestores e colaboradores conseguem administrar
positiva e reciprocamente suas emoções, o impacto nos resultados da organização
é visível.
A competência técnica é fácil de
ser mensurada no processo de recrutamento e mais fácil de ser aprimorada no dia
a dia; mas o que garante a permanência da pessoa em uma empresa é a forma como
ela se relaciona no ambiente de trabalho. O comportamento pessoal envolve
habilidades difíceis de serem observadas em provas ou entrevistas, mas símplices
de serem identificadas no cotidiano.
Portanto, fiquemos atentos, pois
o sucesso profissional não depende apenas das nossas competências e habilidades
técnicas, mas, especialmente, das nossas posturas e ações em relação às pessoas
com as quais nos relacionamos, sejam elas pares ou gestoras.
quinta-feira, 28 de maio de 2026
COMO EU ME VEJO E VOCÊ ME VÊ
Roberto Gameiro
É de Clarice Lispector (1920-1977), escritora e jornalista ucraniana naturalizada brasileira, a afirmação: “Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania. Depende de quando e como você me vê passar”.
Cada um de nós tem uma imagem de si próprio, fruto das vivências e do concerto formado pelas características da personalidade e do caráter.
Nem sempre a forma como nós nos vemos coincide com a forma como os outros nos veem. Essa relação não necessariamente coincidente tem a ver com os valores que direcionam os olhares do emissor e do receptor, o que significa que não se pode afirmar que uma das visões é mais correta do que a outra.
Nesse contexto, o escritor e conferencista Paulo Vieira complementa: “A maneira como você se vê determina suas escolhas, ações, reações e, sobretudo, os resultados que tem e terá na vida”, e que “Nossas crenças sobre nós mesmos influenciam todas as nossas escolhas mais significativas e importantes, direcionando todas as nossas decisões e, portanto, determinando a vida que levamos.”.
Isso ocorre de maneira especial com as crianças e adolescentes que, por não terem ainda as conexões cerebrais suficientemente amadurecidas, apresentam tendências de copiar comportamentos sem passá-los pelo filtro da razão, o que atrapalha o discernimento da forma como se veem, e se sujeitam a aceitar facilmente a forma como os outros os veem.
Por isso, a importância da existência de “pessoas de referência” na educação e formação das crianças e adolescentes. De preferência, os próprios pais. Pessoas que sejam presentes e inspiradoras de posturas e ações construtivas e saudáveis, que encarnem valores profundos e os proclamem com força significativa para auxiliá-los no processo de amadurecimento de suas conexões cerebrais.
Leve-se em conta, também, quem nos vê e, como escreve Clarice Lispector, quando e como nos vê. Dependendo do quem, onde, como e quando nos veem, poderemos ser valorizados positivamente ou negativamente. Procuremos, portanto, sempre que possível, estar nos lugares certos, nos momentos certos e com as pessoas certas, não nos sujeitando a sermos “avaliados” por pessoas erradas e inadequadas.
Carl Rogers (1902-1987), fundador da psicologia humanista, afirmou: “Todo ser humano, sem exceção, pelo mero fato do ser, é digno do respeito incondicional dos demais e de si mesmo; merece estimar-se a si mesmo e que se lhe estimem.”.
Cuidemos da nossa autoestima.
Artigo editado e publicado no jornal "O Popular" de Goiânia em 16/04/2019.
Publicado originalmente neste blogue em 29/04/2019
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quinta-feira, 21 de maio de 2026
MENSAGEM - DANDO PASSOS PARA TRÁS
quinta-feira, 9 de abril de 2026
EMPREENDEDORISMO - SIM OU NÃO?
Roberto Gameiro
"Só você pode realizar seus sonhos. Portanto, seja protagonista dos seus sonhos; não seja simples coadjuvante da realização dos sonhos dos outros."
Essa frase, de minha autoria, propicia uma boa reflexão a respeito de “carreira profissional”.
Você, que tem trabalhado em grandes corporações e ou para terceiros, fazendo o que gosta de fazer, há um bom tempo, já parou para aquilatar o capital cognitivo, de experiência, de relacionamentos e de know-how (técnico, cultural e administrativo), que possui na sua área de atuação, e que poucos possuem?
O que escrevi no parágrafo anterior trouxe-lhe alguma ideia?
Se sim, saiba que uma ideia pode se transformar num ideal. Um ideal pode se transformar num projeto; um projeto terá metas de curto, médio e longo prazos.
Estou falando de empreendedorismo.
Numa sociedade consumista como a nossa, é normal haver pessoas que dedicam a aplicação do seu potencial cognitivo e seu tempo de vida profissional para promover, estimular e contribuir para o alcance de objetivos e metas de pequenas, médias e grandes organizações, deixando para segundo plano suas aspirações pessoais e seus próprios desejos.
Entretanto, em relação à ideia que decorre da interpretação da frase inicial, “empreendedorismo”, que pode ser tomada como o ponto mais alto da realização profissional, há que se ponderar que, para ser protagonista, não se exige necessariamente um CNPJ.
Há os que consideram que o capital cognitivo que possuem não é causa suficiente para se direcionar para um negócio próprio, mas um incentivo para consolidar uma carreira ascendente numa organização bem estruturada, acreditando que ter um CNPJ próprio é um risco desnecessário, diante das possibilidades decorrentes de êxitos já consistentes, seguros e estáveis.
Se por um lado a ideia pode se transformar em ideal, há que se levar em conta que a execução da retomada traz o empresário noviço para a dura realidade de ser o responsável por tudo na empresa enquanto ela não “deslancha”.
Por isso, há algumas perguntas que precisam ser respondidas positivamente antes de tomar a decisão final;
1- A decisão é imutável?
2- Você tem lastro financeiro para bancar as despesas familiares e as de implementação da empresa nos primeiros meses?
3- Você é resiliente e persistente o suficiente para enfrentar os “não”, que, no início, serão mais frequentes do que os “sim”?
Então, se você sente que seu capital cognitivo estendeu-se para além do limite do seu crachá e tem o fôlego necessário para enfrentar as intempéries do mercado, o empreendedorismo é o seu próximo passo.
Com ele, você terá o seu próprio plano de negócio, com objetivos e metas de curto, médio e longo prazos, definirá a abrangência e os limites da sua atuação, organizará o seu horário de trabalho, terá autonomia e independência para fazer o que entender produtivo e rentável, tomará as decisões estratégicas, não terá um teto para o lucro, e poderá desenvolver habilidades multidisciplinares como liderança e gestão de pessoas, capacidade de negociação e vendas, e, importante, resiliência e inteligência emocional para enfrentar incertezas.
Entretanto,
1- Teste o serviço/produto enquanto ainda mantém o vínculo CLT;
2- Não peça demissão para testar uma ideia. Use o seu tempo livre atual para criar um produto viável;
3- Sair da CLT com as portas abertas é um ativo valioso. O mundo corporativo é oscilante e sua reputação é seu patrimônio mais importante!
4- Cerque-se de quem entende do assunto e pode ajudá-lo consistentemente. Sugiro o SEBRAE: https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae
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sexta-feira, 27 de março de 2026
MENSAGEM - MENTIRA OU VERDADE?

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
MENSAGEM - O TEXTO, O CONTEXTO E O PRETEXTO
MENSAGEM DE ROBERTO GAMEIRO
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sábado, 27 de dezembro de 2025
MENSAGEM - TOMADA DE DECISÃO
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sábado, 6 de dezembro de 2025
MENSAGEM - TEXTOS E VÍDEOS DAS REDES SOCIAIS - COMPARTILHAR, OU NÃO?
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sábado, 29 de novembro de 2025
OPORTUNIDADES E INOPORTUNIDADES
Roberto Gameiro
No evento promovido pela escola, num sábado pela manhã, para os professores, depois de noventa minutos de oratória, o palestrante comenta que o tempo já se esgotou, mas faz a pergunta final: alguém tem mais alguma pergunta ou colaboração?
Todos, cansados, já estavam se arrumando para sair, mas acontece novamente. Ele, e sempre ele, que estava sentadinho caladinho lá no fundo o tempo todo, levanta o braço. Os colegas olham uns para os outros como que dizendo: de novo?!
Aí, ele faz uma pergunta que procura desmontar muitos dos argumentos usados pelo palestrante, ou para cuja resposta seria necessária uma dissertação de mestrado...
Claro que ele está exercendo um direito que lhe é devido. Afinal, o palestrante fez a pergunta e deu-lhe a deixa para a sua oportunidade (ou inoportunidade) de participação “aos 46 minutos do segundo tempo”.
Você já viu esse “filme”?
Eu já. E muitas vezes. E não só em reuniões de escola.
Nessas ocasiões, apesar do descontentamento, há, geralmente, uma postura de compreensão e discrição da parte dos colegas, que “desculpam” a “falha” do outro, evitando constrangimentos.
Mas haja compreensão e discrição!
Há, também, num ambiente coletivo, os que veem apenas a “parte vazia do copo”. São os eternos pessimistas que ou não concordam, ou se omitem, em relação aos novos projetos, iniciativas e empreendimentos; se dão certo, calam-se; se dão errado, dizem: eu não disse? Têm poucas vitorias próprias. Suas vitórias constituem-se dos insucessos alheios. Claro, também, que há que se desconfiar dos que veem apenas a “parte cheia do copo”. Otimismo demais é perigoso!
Na vida, encontramos (também) muitas pessoas que tendo uma situação econômica e financeira privilegiada procuram mostrar uma imagem de benevolentes, assistencialistas, gente do bem, que aparecem constantemente nas mídias. Muitos valorizam o supérfluo, o superficial, o material, o que têm. E não se preocupam com o principal, que é a honestidade, a justiça e a verdade. Quantos desses temos conhecido ultimamente no nosso país. Que decepção sentimos em relação a cada um deles ou delas, por termos neles acreditado.
“Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Pagais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia, a fidelidade. Eis o que era preciso praticar sem deixar o restante. Guias cegos! Filtrais um mosquito e engolis um camelo.” (Mateus, 23, 23-24)
Entretanto, personagens como os aqui retratados, não são maioria na nossa sociedade, embora “façam muito barulho”. Eu mesmo já encontrei alguns deles na minha carreira de diretor de escola particular. Mas, com uma gestão humanizada, participativa e baseada em valores, eles pouco conseguiam influenciar negativamente o desempenho e a performance do coletivo escolar, fossem eles professores, gestores ou pais.
Como é bom saber que no mundo há mais gente do bem do que do mal; mais gente respeitosa e solidária do que não. As pessoas que já conheci e com quem trabalhei e trabalho, na sua maioria, são honestas, verdadeiras, sinceras e procuram ser justas e coerentes nas suas posturas e ações. Mas não basta parecer justa; é preciso ser justa. Entre “parecer” e “ser” há uma grande distância.
Vamos, então, respeitar o espaço e o tempo dos outros, valorizar as iniciativas deles e, sempre que possível, apoiá-las; vamos ser verdadeiros na nossa práxis e, especialmente, ser exemplo para nossa família, com doçura e firmeza, mormente na educação dos nossos filhos.
Mas, por outro lado, não deixemos de oportuna e inoportunamente levar a Boa Nova do Evangelho a todos com quem convivemos ou nos relacionamos, como pede o texto bíblico.
Publicado originalmente neste blogue em 30/08/20.
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Roberto Gameiro é Mestre em Administração com ênfase em gestão estratégica de organizações, marketing e competitividade; habilitado em Pedagogia (Administração e Supervisão); licenciado em Letras; pós-graduado (lato sensu) em Avaliação Educacional e em Design Instrucional. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br
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sexta-feira, 10 de outubro de 2025
MENSAGEM - EDUCAÇÃO OU DESEDUCAÇÃO?
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sexta-feira, 3 de outubro de 2025
GUARDA PARTILHADA?

Roberto Gameiro
Na tarde do dia em que foram divulgados os resultados finais, um homem entra intempestivamente na escola e dirige-se à sala da direção, exigindo atendimento imediato.
O homem, um pai de aluno da escola, está exasperado, muito nervoso, descontrolado.
Atendido pela direção e pela coordenação, declara-se pasmo pelo fato de o filho ter sido reprovado e que, durante todo o ano, ele nunca foi informado pela escola de quaisquer problemas que seu filho pudesse ter nas aulas; nem sobre disciplina, nem sobre aproveitamento.
Chega, também, a esposa. Esta se mostra apreensiva e claramente incomodada com a situação.
Abrem-se os registros. Constata-se que o aluno constantemente não fez as tarefas de casa, esteve sempre em recuperação, não foi assíduo nem pontual, teve diversos casos de indisciplina durante as aulas, incluindo suspensões. Essas informações deixam o pai atônito: no seu entender, a escola foi realmente incompetente com ele.
Abrem-se as atas. Constata-se, então, que a mãe esteve presente na escola mais de uma dezena de vezes durante o ano, a chamado da instituição, para acompanhamento da situação de aproveitamento e de comportamento do menino; em várias das atas, assinadas por ela, a mãe pede encarecidamente à escola que não trate desses assuntos com o marido, e que ela mesma o fará. Fica claro que ela não o fez.
Vocês já viram esse "filme”?
Do artigo “Conflitos conjugais e seus efeitos sobre o comportamento de crianças”, de Ana Carolina Villas boas e outras, extraí que "crianças expostas a altos níveis de conflito estão mais propensas a desenvolverem uma série de problemas emocionais e de comportamento durante a infância, entre os quais, baixa autoestima, pobre interação com pares, depressão e problemas de saúde, distúrbios de sono e problemas de comportamento exteriorizado e interiorizado".
E, ainda, que em um estudo publicado recentemente, os resultados mostraram que a habilidade das crianças para resolver conflitos é aprendida em casa por meio da participação e da observação de situações de conflito na família e que a agressão das crianças frequentemente resulta da experiência de conflitos mal resolvidos. No que concerne à relação conjugal, duas dimensões foram consideradas de risco: a hostilidade entre o casal parental e a tentativa de um cônjuge minar o comportamento do outro. Sugiro a leitura do artigo completo em http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-52672010000200009
Podemos, então, nos indagar se a mãe e a escola agiram de forma correta; se o pai agiu, em relação ao menino, durante o ano, de forma assertiva, e se os possíveis conflitos conjugais e ou parentais influenciaram na conformação da situação.
De qualquer forma, cabe uma pergunta: se até na separação judicial dos casais, a guarda, pela Lei, deve ser, preferencialmente, compartilhada, por que alguns cônjuges, vivendo juntos, não conseguem compartilhar a guarda e o acompanhamento dos filhos?
Vamos refletir e conversar a respeito?
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Artigo publicado no jornal "O Popular" de Goiânia em 17/04/18, e neste blogue, em 15/03/20.
Roberto Gameiro é Mestre em Administração com ênfase em gestão estratégica de organizações, marketing e competitividade; habilitado em Pedagogia (Administração e Supervisão); licenciado em Letras; pós-graduado (lato sensu) em Avaliação Educacional e em Design Instrucional. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br
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sexta-feira, 19 de setembro de 2025
MUDANÇA DE ÉPOCA
Roberto Gameiro é Mestre em Administração com ênfase em gestão estratégica de organizações, marketing e competitividade; habilitado em Pedagogia (Administração e Supervisão); licenciado em Letras; pós-graduado (lato sensu) em Avaliação Educacional e em Design Instrucional. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br
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