O TEXTO NO CONTEXTO COMO PRETEXTO - Para debates em família e na escola - Roberto Gameiro
sexta-feira, 24 de julho de 2026
SOBRE A IDENTIDADE ORGANIZACIONAL
quinta-feira, 14 de maio de 2026
O COMPUTADOR CONSTRÓI CONHECIMENTOS?
Roberto Gameiro
Já tive oportunidade de, em alguns posts, comparar a memória do computador com a memória humana.
A memória RAM do computador pode ser comparada com a nossa memória de curto prazo; elas se dissipam, não permanecem. E o HD do computador pode ser comparado à nossa memória de longo prazo; elas permanecem; no computador, porque estão “salvas”; no nosso cérebro, porque se transformaram em “conhecimentos prévios”.
Por que salvamos um arquivo no computador? É porque o conteúdo dele nos interessa; porque é relevante; porque queremos tê-lo à nossa disposição para usos futuros ...
Por que transformamos determinados dados e ou informações em nossa memória como conhecimentos prévios? Pelos mesmos motivos acima ...
Essa estrutura conjugada do transitório com o permanente é referência tanto para o processamento de dados digitais quanto para a formação da cognição humana, possibilitando a priorização daquilo que é essencial, facilitando a resolução de situações-problema ao longo da vida.
Mas, você percebeu que quem comanda as decisões nos dois casos é o nosso cérebro? A nossa vontade?
Não estou me referindo à capacidade de armazenamento, até porque a nossa memória possui capacidade imensurável de armazenamento, enquanto um HD, mesmo os externos, tem limitação definida.
Estou me referindo à origem das decisões. Tanto a decisão de salvar um arquivo, quanto a mobilização da força mental para memorizar algo, dependem da vontade humana. É o nosso cérebro, a nossa intenção, que determina o que deve ser mantido e o que pode ir para o esquecimento, assegurando que nosso intelecto seja formado e mantido com sabedoria que enriqueça a nossa trajetória pessoal e profissional.
O cérebro é o nosso comandante; é ele que tem o dom de decidir, inspirado naquilo que nós gostamos e queremos.
Entretanto, se a memória humana tiver sido, com obstinação, abastecida com mentiras e falsidades, não se poderá esperar decisões saudáveis desse cérebro.
De qualquer forma, há que se admitir que no universo aqui analisado, quem constrói conhecimentos é o nosso cérebro, a nossa memória, moldados pelos conhecimentos prévios ali já existentes. O computador não constrói conhecimentos; ele é apenas depositário de arquivos escolhidos pela vontade humana, e os processa quando instado a fazê-lo.
O ser humano é o verdadeiro protagonista do conhecimento e dos saberes dele decorrentes.
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sexta-feira, 3 de abril de 2026
OS JOVENS NUM MUNDO CIBERNÉTICO
Roberto Gameiro
Já há algum tempo, as crianças e os adolescentes estão ensinando tecnologia para os mais velhos; é fascinante a facilidade que eles têm no uso de smartphones, tablets, aplicativos e, agora, inteligência artificial.
Como que para justificar essas competências e habilidades, eu costumava brincar dizendo que hoje as crianças já nascem com um chip instalado no cérebro.
Mas, nunca me ocorreu refletir, de forma mais profunda, sobre as características intrínsecas desse “dispositivo”, além da rapidez de raciocínio e facilidade para a aprendizagem cibernética.
Mas, brincadeira à parte, descobri que não sou só eu que tenho essa percepção.
Há uma busca constante de explicação do porquê os jovens operam telas e algoritmos com tanta fluidez; e há uma espécie de consenso de que não se trata de uma capacidade biológica inata, mas sim o fato de eles já terem encontrado um mundo cibernético, um mundo mediado por dispositivos.
Desde a mais tenra idade, as crianças estão envolvidas com brinquedos tecnológicos; muitos desses dispositivos de diversão as tornam simples espectadoras das performances dos brinquedos que, praticamente “brincam sozinhos”. A criança não precisa “pensar”, “imaginar”, “manusear”, “construir” nada. O brinquedo é autossuficiente.
Essa postura passiva não traz desafios cognitivos e não estimula a criatividade e o espírito inventivo. O jovem vai crescendo e se tornando adulto acostumando-se de que sempre haverá um “aplicativo” que fará, com rapidez, eficiência e eficácia, tudo o que ele precisa; e a concentração e o aprendizado ficam para segundo plano, assim como a reflexão e a profundidade crítica.
Parte dos homens que estamos formando são vazios de intelecto e carentes de emoção; mas experts no uso da tecnologia, com uma destreza que fascina.
Por outro lado, não se pode negar a importância que a agilidade digital trouxe para a humanidade. Os dados, as informações, os conhecimentos, estão aí à disposição de todos. Escancarados. Mas, ao mesmo tempo, transformaram-se em produtos de uso superficial, descartáveis após o uso.
Em outras palavras, estamos supervalorizando a memória de curto prazo, em detrimento da de longo prazo. Percebe?
Nessa toada, de onde virão os futuros cientistas, pesquisadores, inventores, que tratam o conhecimento com a profundidade e a complexidade exigida em cada área?
Numa reflexão rasteira e intempestiva me ocorreu que o cérebro humano, que já é subutilizado, num futuro próximo não mais será depositário de dados, informações, conhecimentos e saberes latentes, mas um depósito catalogado de uma infinidade de “aplicativos” e dispositivos prontos para serem acessados de acordo com a necessidade em pauta.
Viraremos perfeitos robôs.
O que dá pra rir, dá pra chorar.
Mas, há esperança. Depende, especialmente, da família, da escola e da igreja. A família na educação, a escola na formação, e a igreja na conscientização.
Essas três instituições, que, embora com falhas inerentes, ainda têm crédito público em meio a tanta safadeza e corrupção que grassa em parte dos segmentos político, jurídico e legislativo, têm a missão de atuar em conjunto para promover a literacia digital, ou seja, capacitar as pessoas para que definam, busquem e alcancem seus objetivos, desenvolvam suas potencialidades cognitivas e de emoções, e, especialmente, participem com intensidade dos destinos das suas comunidades e da sociedade em geral.
Não haverá necessidade de afastar os jovens dos aparelhos, dos softs e dos aplicativos, mas de ensinar a usá-los de forma produtiva, criativa e consciente.
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sábado, 17 de janeiro de 2026
SER HUMANO: ENTRE A ESSÊNCIA E A FALSIFICAÇÃO
Roberto Gameiro
Nelson Rodrigues escreveu: “O ser humano é o único que se falsifica. Um tigre há de ser um tigre eternamente. Um leão há de preservar, até morrer, o seu nobilíssimo rugido. E assim o sapo nasce sapo e como tal envelhece e fenece. Nunca vi um marreco que virasse outra coisa. Mas o ser humano pode, sim, desumanizar-se. Ele se falsifica e, ao mesmo tempo, falsifica o mundo.”. (1)
O texto acima, abaixo referendado, foi publicado em Jornal, entre dezembro de 1967 e junho de 1968; e notem a atualidade do seu significado e contexto.
O título deste artigo nos remete a uma reflexão acerca do caminho que está tomando a humanidade neste momento histórico.
O ser humano foi criado com o dom do “livre-arbítrio”; com essa vantagem, diferentemente da fauna, o homem pode assumir mentiras e construir personagens sob as quais esconde a sua face verdadeira.
Dessa forma, o indivíduo abdica de sua autenticidade e se desumaniza, tornando-se uma falsificação de si mesmo, negando a sua natureza racional. A desumanização é consequência do somatório de pequenas falsificações que destroem o que temos de mais vital.
Essa desumanização é contagiosa em relação ao ambiente em que se convive; e a consequência disso é a falsificação do mundo, que deixa de ser real, tornando-se um organismo artificial, no qual as pessoas perdem a sua identidade e até a sua dignidade. Uma pessoa que não é verdadeira consigo mesma não enxerga com clareza o mundo que a cerca, e projeta sobre ele bases falsas que, cumulativas, podem trazer consequências danosas à humanidade.
Daí em diante, as pessoas, contagiadas, ficam feito “baratas tontas”, procurando suas identidades, sem saber se seus princípios e valores ainda são significativos ou não, o que é verdade ou não, e em que acreditar. Uma verdadeira crise de identidades.
Portanto, a liberdade humana, o dom do “livre-arbítrio, pode trazer consequências boas e ruins, pois somos os únicos que podem escolher o que ser, mas, igualmente, os únicos que podem trair essa escolha. Estamos expostos a riscos consideráveis de perder nossa própria identidade devido à influência de informações enganosas.
Que bom seria se, como a fauna, fossemos seres de “essência plena”, em que o ser e o agir coincidem de forma absoluta.
Ser de verdade é trabalhoso e exige coragem e determinação, mas é a única forma de impedir que nossa autenticidade se afogue no meio de tanta falsificação.
Mas há esperança. O mundo tem mais gente do bem do que do mal.
Façamos a nossa parte.
REFERÊNCIA
(1) RODRIGUES, Nelson, 1912-1980. O óbvio ululante: as primeiras confissões / de Nelson Rodrigues. Rio de janeiro: Agir, 2007.
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
PRA "MIM" FAZER
Roberto Gameiro
Dói nos ouvidos quando alguém diz, ou escreve, frases como “é pra ‘mim’ fazer” e correlatas.
Nessas situações, queiramos ou não, questionamos a própria competência do indivíduo para exercer o seu métier, por mais importante que seja.
O problema reside no uso do pronome oblíquo “mim” no lugar do pronome reto “eu”. O correto é dizer “pra eu fazer”, ou "para eu fazer". O “eu” é o sujeito da ação; e “mim” não é sujeito em lugar algum.
O "pra" é a contração da preposição "para"; dicionarizado.
Por outro lado, há uma tendência na língua falada de simplificar as estruturas, principalmente na linguagem informal entre amigos ou em família, e, dessa forma, confundem expressões como “isso é para mim”, estendendo a construção para “é pra mim fazer”; nesse contexto, o erro não impede ou dificulta a comunicação. Nem dói... rss.
Entretanto, em uma redação ou comunicação formal, numa prova, ou qualquer situação que exija a norma culta, o correto é “pra eu fazer” (ou "é para eu fazer"). Não custa repetir.
Mas, há outras situações em que a língua portuguesa é maltratada; não há como aceitar erros crassos de fala e escrita de alguns poucos como: “previlégio” no lugar de “privilégio”, “subsídio (subzídio)” no lugar de “subsídio (subssídio)”, “de encontro a” no lugar de “ao encontro de”, “esteje” no lugar de “esteja”, “análize” no lugar de “análise”, “mal” no lugar de “mau”, “a” no lugar de “há”, “perca” no lugar de “perda”, “comprimento” no lugar de “cumprimento” etc.
A coisa se complica ainda mais se entrarmos no mérito da comunicação através da Internet. E, aqui, nos socorre Marco Felipe na sua publicação em “Pensador”: “Assassinaram o Português”:
“(...) Muitas pessoas acham que por estarem na internet podem escrever de qualquer forma, escrever textos cheios de erros ortográficos e gramaticais, assassinando o nosso português com vícios de linguagem (menas, mendingo, prestenção, num sabe, iscrevi, min adiciona, axava, encinar, atrapaia, cem nosaum). “Xega né! Não mim juguem mau.” Na Internet nos deparamos com o Brasil verdadeiro, escrachado, onde lá encontramos todas as classes sociais, todas as raças, todas as cores, todas as crenças, todos os sons, todos os níveis, do semianalfabeto ao graduado, todo mundo num mundo só.” (1)
Para finalizar, leiam abaixo uma "pérola" que encontrei na Internet enquanto redigia este texto.
"Eu acreditei nele, mais mim enganei."
Pelo menos, acertou na vírgula!
O que dá pra rir, dá pra chorar!
REFERÊNCIA
(1) FELIPE, Marco. Assassinaram o Português. s/d, site “Pensador”, acessado em 12/12/2025. https://www.pensador.com/frase/MTk4MDI2OA/
sábado, 6 de dezembro de 2025
MENSAGEM - TEXTOS E VÍDEOS DAS REDES SOCIAIS - COMPARTILHAR, OU NÃO?
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sábado, 25 de outubro de 2025
MENSAGEM - DIÁLOGOS FRUTÍFEROS E INFRUTÍFEROS
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sábado, 10 de maio de 2025
MENSAGEM - TRILHANDO CAMINHOS DE "BOA" CIDADANIA
MENSAGEM DE ROBERTO GAMEIRO
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sábado, 12 de abril de 2025
MENSAGEM -VOCÊ É OU JÁ FOI FUMANTE PASSIVO?
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025
A MEMÓRIA SABE MAIS DE MIM QUE EU
“A memória guardará o que valer a pena. A memória sabe de mim mais que eu; e ela não perde o que merece ser salvo.” (1)
A memória humana tem características que constantemente nos surpreendem. Dizem que usamos apenas 10% da capacidade do nosso cérebro; e, ainda assim, temos um volume tal de informações armazenadas na nossa memória impossível de ser mensurado. Ela guarda aquilo que merece ser guardado; momentos importantes e expressivos das nossas vivências, aqueles que têm um valor especial para nós, são selecionados por ela e “salvos” para uso posterior, numa perfeita curadoria, e, incrível, não conseguimos saber o porquê. Na realidade, não sabemos exatamente o que sabemos, nem o quanto sabemos; mas os conhecimentos estão lá guardadinhos para serem recuperados a qualquer momento.
Essa ligação entre memória e conhecimento propicia-nos a capacidade de usufruir do que já aprendemos, e de embasar o enriquecimento da nossa cognição.
Conhecer as características de cérebro, mente, tipos de memória, informação, dados, conhecimento e saber é habilidade necessária para todos os que se pretendem pesquisadores, como forma de aumentar seus fundamentos teóricos para desenvolver uma práxis adequada ao nosso tempo.
Há três tipos de memória. A sensorial, a de curto prazo e a de longo prazo. Resumindo, a sensorial é a memória imediata ligada aos sentidos; a de curto prazo tem capacidade limitada e retém informações temporariamente; a de longo prazo tem a capacidade de armazenamento de informações por longo tempo, inclusive pela vida toda. Muito da memória de curto prazo se transfere para a de longo prazo.
A memória de longo prazo tem tudo a ver com a formação do nosso caráter, da nossa personalidade, dos nossos princípios e valores; é ela que dá o tom para a formação e manutenção da nossa identidade pessoal.
A esse volume de informações guardado na memória de longo prazo podemos chamar de “conhecimentos prévios”; são eles que “recepcionam” as novas informações que recebemos a todo momento e as acomodam entre eles fazendo o ajuste das interconexões que dão suporte à nossa cognição. É um maravilhoso universo que só Deus poderia criar.
Entretanto, cuidemos, porque se acreditarmos firmemente que uma informação falsa recebida é verdadeira, “enganaremos” o nosso cérebro, e essa informação vai “bagunçar” grande parte da nossa estrutura cognitiva, fazendo-nos pensar e agir em desacordo com o nosso caráter e nossa personalidade.
Confúcio escreveu que “aprender sem pensar é tempo perdido”.
Entretanto, consideremos que o que é falso para uns, pode ser realmente verdadeiro para outros, dependendo da ideologia de cada um. O que desconcerta alguns, cai como uma luva para outros.
Aqui, nos ajuda William Shakespeare: “Há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia”.
Referência
(1) Eduardo Galeano, no livro “Dias e noites de amor e de guerra”. [tradução de Eric Nepomuceno]. Porto Alegre: L&PM Editores, 2001.
sábado, 1 de fevereiro de 2025
CONHECENDO E TRANSFORMANDO
sexta-feira, 27 de dezembro de 2024
MENSAGEM - CONHECIMENTO E SABER - SEGURANÇA E LIBERDADE
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sexta-feira, 15 de novembro de 2024
MENSAGEM - A IMPORTÂNCIA DA IMAGEM ORGANIZACIONAL
MENSAGEM DE ROBERTO GAMEIRO
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sexta-feira, 18 de outubro de 2024
MENSAGEM - O CIGARRO SOB A PERSPECTIVA DA LÓGICA
MENSAGEM DE ROBERTO GAMEIRO
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sexta-feira, 16 de agosto de 2024
INFORMAÇÃO VERSUS SABEDORIA
Roberto Gameiro
Muitas informações, muitos dados, poucos conhecimentos, saberes escassos, pouquíssima sabedoria.
Assim é o momento histórico que vivemos. Há os que dizem que vivemos a época do conhecimento. Ledo engano. Vivemos, isso sim, a época da informação.
Isso porque para se afirmar que vivemos uma época disto ou daquilo, é preciso que a maioria da população esteja vivendo as causas e consequências daquela pertinência.
Não é o que acontece no nosso país.
Há muitas informações, verdadeiras e falsas, circulando no mundo virtual e à disposição de quem acessar.
No entanto, para transformar uma informação em conhecimento, o sujeito tem de compreendê-la, analisá-la, interpretá-la; pelo menos.
Aí está o busílis; o nosso sistema educacional não está conseguindo levar os jovens a adquirir essas mínimas competências, como demonstram os resultados de provas nacionais como o IDEB (Índice de desenvolvimento da Educação Básica) e internacionais como o PISA (Programa internacional de Avaliação de alunos).
Portanto, não há que se dizer que vivemos uma época do conhecimento. Pelo menos, para a maioria da população brasileira.
Um conhecimento, quando comunicado, se torna um saber.
A construção de novos conhecimentos tem sido privilégio de um pequeno percentual de cidadãos, que têm e tiveram acesso a um processo educacional e de aprendizado, na família e na escola, que os tornaram aptos a compor o concerto daqueles que representam e alimentam a sabedoria do povo brasileiro. É um grupo de homens e mulheres de todas as classes sociais que honram e dignificam a nossa cidadania com suas contribuições nos diversos segmentos da vida nacional.
Entretanto, é pouco.
Os países que conseguiram vencer essas barreiras privilegiaram o sistema educacional amplo como base e sustentáculo para o desenvolvimento sustentável e perene. Vejam os exemplos da Finlândia e do próprio Japão.
Sabemos muito bem, de há muito, onde estão as nossas fragilidades. Falta o enfrentamento desses desafios.
Vamos juntos preparar os jovens para que sejam capazes de transformar informações e dados em conhecimentos, saberes e, consequentemente, em sabedoria!
Artigo publicado no jornal "O Popular" de Goiânia em 15/06/19.
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Roberto Gameiro é Mestre em Administração com ênfase em gestão estratégica de organizações, marketing e competitividade; habilitado em Pedagogia (Administração e Supervisão); licenciado em Letras; pós-graduado (lato sensu) em Avaliação Educacional e em Design Instrucional. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br
Conheça o PORTFÓLIO de Roberto Gameiro:























