O TEXTO NO CONTEXTO COMO PRETEXTO - Para debates em família e na escola - Roberto Gameiro
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
MENSAGEM - EDUCAÇÃO OU DESEDUCAÇÃO?
quinta-feira, 30 de julho de 2026
A HUMANIDADE PRECISA ACABAR COM AS GUERRAS
Roberto Gameiro
Parte da Humanidade está doente.
Desde os irmãos Caim e Abel.
John Fitzgerald Kennedy, 35º Presidente americano, no seu discurso à Assembleia Geral da ONU, em 1961, disse:
“A humanidade tem de acabar com a guerra antes que a guerra acabe com a humanidade.”
Várias décadas nos separam desse momento histórico. Muitos já repetiram essa frase em circunstâncias de emoção, de tristeza, de tragédias, de genocídios e de esperança.
No entanto, as guerras estão aí espalhadas pelo mundo afora ceifando vidas, todas elas preciosas, desestruturando nações, instituições e famílias.
Causando traumas psicológicos, emigração de pessoas e danos patrimoniais.
Rita Lee e Roberto de Carvalho compuseram, em 1980, uma musica que foi interpretada por Elis Regina, com o título "Alô, alô, Marciano".
Alô, alô, Marciano. Aqui quem fala é da Terra. Pra variar, estamos em guerra. Você não imagina a loucura. O ser humano tá na maior fissura ...
Escrita há 43 anos, essa letra cai como uma luva nos dias de hoje.
O drama da humanidade começou com uma pedra. Hoje, há o risco de uma guerra com armas nucleares, o que é deveras preocupante pois poderá provocar uma devastação em nível planetário.
Há, portanto, que se trabalhar incansavelmente para o desarmamento nuclear em todos os países.
Eu sou um otimista por princípios. Procuro, sempre, encontrar o caminho da conciliação, do consenso, da paz.
Entretanto, na curadoria que desenvolvi para escrever este texto, encontrei mais expressões de desesperança realista do que de esperança pacificadora.
Uma delas, que me tocou demais, foi a que preconiza que se conseguirem encontrar vida em outros planetas, os humanos destruirão todos.
Entretanto, ainda há esperança.
Um novo mundo é possível.
E começa pela Educação. Pela parceria positiva entre a Família, a Escola e a Igreja. A primeira, cuidando da educação para a moral, a ética e os bons costumes; a segunda, cuidando da formação das crianças e adolescentes, desde as mais tenras idades, para a aquisição de competências e habilidades que as levem a ser bons cidadãos, conscientes, partícipes e solidários; e a Igreja, promovendo o crescimento espiritual, o acolhimento e o suporte.
É a “Educação para a paz”, que se baseia nos valores de tolerância, compreensão e resolução pacífica dos conflitos, sejam eles familiares, sociais, profissionais, locais, regionais, nacionais ou globais. Deveria estar nos currículos escolares de todos os níveis de Ensino.
Segundo a INEE (Rede Interinstitucional para a Educação em Situações de Emergência), "a educação para a paz é o processo de promoção de conhecimentos, competências, atitudes e valores necessários para criar mudanças no comportamento, que permitam às crianças, aos jovens e às pessoas adultas prevenir conflitos e violência, tanto explícitos como estruturais, resolver os conflitos de forma pacífica e criar as condições propícias à paz, seja a nível interpessoal, intergrupal, nacional ou internacional." [sic]
As crianças e adolescentes de hoje serão os adultos que no futuro vão tomar as decisões que poderão evitar que a destruição advinda das guerras comprometa a nossa própria existência como humanidade.
Eu acredito!
Ah! Em tempo - John F. Kennedy, 35º presidente dos Estados Unidos, foi assassinado em 22 de novembro de 1963 em Dallas, Texas, EUA, aos 46 anos de idade.
Publicado originalmente em 30/09/2023.
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sexta-feira, 17 de julho de 2026
REFLETINDO OU RUMINANDO?
Roberto Gameiro
Você é daquelas pessoas que ficam ruminando um assunto longamente antes de tomar uma decisão a respeito?
Que prejudicam seus fins de semana e até suas férias por não conseguirem se desligar de uma situação, geralmente desagradável, que acontece no campo profissional?
Que, com isso, baixam a qualidade dos relacionamentos familiares com cônjuge e filhos?
Que levam seus problemas pessoais pontuais para dentro do seu local de trabalho, ocasionando desconcentração e diminuição da produtividade?
Se sim, seja bem-vindo ao clube!
Um “clube” que, sob o meu olhar, só tem tendência de aumentar o número de membros, conforme a complexidade da práxis profissional e dos inter-relacionamentos sociais vai aumentando.
Sêneca, filósofo romano, escreveu: “Estamos mais frequentemente assustados do que feridos e sofremos mais na imaginação do que na realidade.”.
Muitas vezes, sofremos antecipadamente por algo que acabará não acontecendo.
Claro que há determinadas tomadas de decisão que exigem maior tempo de curadoria e reflexão pela sua complexidade e pelos efeitos colaterais que poderão trazer. Nessas situações, a análise e as ponderações aprofundadas sobre o tema podem ser propícias e salutares.
Nesses casos, a longa ruminação pode indicar uma postura de perseverança e de autodeterminação na busca de uma solução.
Entretanto, há que se cuidar para não se desperdiçar muita energia mental com assuntos, eventos e problemas que não merecem tanta preocupação.
Não é fácil encontrar o equilíbrio saudável entre a reflexão e a ação.
Ficar muito tempo “estacionado” ruminando sobre um mesmo assunto sem encontrar progresso na reflexão, pode ocasionar transtornos emocionais prejudiciais à saúde mental, especialmente se isso for recorrente.
Sempre há a possibilidade da busca de aconselhamento.
Você conhece alguém assim?
Publicado originalmente em 23/09/2023
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quinta-feira, 9 de julho de 2026
MENSAGEM - RELACIONAMENTOS FAMILIARES
sexta-feira, 3 de julho de 2026
O PREÇO DA AUSÊNCIA DE LIMITES
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sexta-feira, 1 de maio de 2026
EDUCAÇÃO CONTRA O ÓDIO
Nelson Mandela (1918-2013) escreveu na sua autobiografia “Longo Caminho para a Liberdade”: "Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor da sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender; e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.".
Tenho pena de crianças que nascem e vivem em lares cujos pais são preconceituosos em relação a raça, ou cor da pele, ou religião, ou política partidária; o mesmo em relação a alguns de seus professores; o mesmo, também, em relação a seus grupos de convivência. O preconceito e a intolerância dificultam o diálogo necessário, substituindo-o por discursos de ódio, violência e desdém.
-conceituosos (1). No fim, dá tudo na mesma.
O preconceito aparece sutilmente (ou arrogantemente) nos momentos de convivência familiar, especialmente no café da manhã, no almoço, no jantar, ao ver programas na TV, especialmente novelas, jogos e reality shows, através dos comentários “daqueles” pais; enfim, não tem como a criança fugir dessas influências nefastas; e isso vai moldando o seu caráter e a sua personalidade. Sem contar que algumas das opções citadas não são recomendadas para crianças. Mas, lei, ora a lei (2).
O cérebro da criança vai acumulando conhecimentos prévios nulos de verdades e são esses dados, essas informações que virão à mente quando requisitados para enfrentar uma situação problema qualquer. Aí, cabe a expressão popular: “tais pais, tais filhos”.
-conceituosos.
René Descartes (1596-1650), filósofo francês, escreveu no seu “Meditações Metafísicas”, na “Meditação Primeira”:
“Há já algum tempo me apercebi de que, desde meus primeiros anos, recebera grande quantidade de falsas opiniões como verdadeiras e que o que depois fundei sobre princípios tão mal assegurados só podia ser muito duvidoso e incerto, de forma que me era preciso empreender seriamente, uma vez em minha vida, desfazer-me de todas as opiniões que até então aceitara em minha crença e começar tudo de novo desde os fundamentos, se quisesse estabelecer algo firme e constante nas ciências.”.
Tudo a ver, não é mesmo?
Mas, não nos desesperemos.
O tipo de família destacada aqui não é maioria na população brasileira.
Ainda bem.
Nas minhas vivências de mais de quarenta anos na gestão de escolas particulares, eu tive o privilégio de conviver com todos os tipos de famílias, e posso afirmar, com convicção, que a maioria delas é constituída de pessoas entusiastas de uma
EDUCAÇÃO PARA O AFETO
A educação para o afeto é uma filosofia de vida em que os pais priorizam o vínculo afetivo em detrimento da autoridade arbitrária. Aqui não há preconceitos; há diálogos. Neste modelo, a criança cresce num ambiente em que a educação ocorre pelo exemplo e pela segurança. Ela respeita porque é respeitada, e ouve porque é ouvida. A família passa a ser, para a vida toda, um porto seguro saudável ao qual sempre se poderá voltar, mesmo que apenas para “recarregar as baterias”.
Sem preconceitos, nem arbitrariedades, não há permissividade, mas sim um forte alicerce no qual as correções, necessárias, são eficazes e duradouras. São vividas a alteridade, a perseverança, a resiliência e a autonomia. Tudo conduzido pelos pais com foco e propósitos claros, conhecidos e assumidos por todos.
Obviamente, os cérebros destas crianças estarão plenos de conhecimentos prévios salutares e com mentalidades limpas e bem formadas.
Resumindo, aqui também vale o dito popular “tais pais, tais filhos”.
REFERÊNCIAS
(1) Pauletto, Jair Antônio. Site “O Singular do Plural: pós-conceito.” Acessado em 17/04/2026. https://www.jairpauletto.com.br/visualizar.php?idt=4195570
(2) "A lei, ora a lei" é atribuída a Getúlio Vargas em contexto de desdém pelas normas.
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sexta-feira, 27 de março de 2026
MENSAGEM - MENTIRA OU VERDADE?

quinta-feira, 12 de março de 2026
A INSUBORDINAÇÃO DO CANTAR E DO BRINCAR
Roberto
Gameiro
Eduardo
Galeano (1940 - 2015), jornalista e escritor uruguaio, escreveu no seu livro “O
livro dos abraços” (1): "Na parede de um botequim de Madrid, um cartaz
avisa: Proibido cantar. Na parede do aeroporto do Rio de Janeiro, um aviso
informa: É proibido brincar com os carrinhos porta-bagagem. Ou seja: ainda
existe gente que canta, ainda existe gente que brinca."
Aí
está uma perspicaz observação sobre o comportamento humano e sua reação contra
a rigidez institucional.
Ninguém
colocaria uma placa num espaço público ou privado com os dizeres: “É proibido
caminhar a 100 km por hora nestas dependências”. Isso porque essa ação não é
realizável por um ser humano.
Mas
“cantar” e “brincar” são atitudes e reações naturais dos indivíduos em relação
ao meio social em que vivem.
No
botequim, o cartaz pretende proibir o canto em favor do silêncio, porque o
vinho e demais bebidas “convidam” os comensais a cantar, contagiando a todos os
presentes (ou incomodando muitos).
No
aeroporto, o aviso proíbe brincar com os carrinhos de bagagem, para garantir o
trânsito livre e seguro dos viajantes, porque crianças, pela sua natureza
lúdica, e adultos aborrecidos e agastados, talvez pelo tempo de espera, veem
nos carrinhos uma oportunidade de divertimento e distração.
Nas
duas situações, e em “n” outras equivalentes, trata-se de um embate entre o
caráter “institucional” dos ambientes e a essência humana pulsante que busca o
afeto, a celebração e a brincadeira.
Estão
errados o botequim e o aeroporto ao proibir essas situações?
Sob
o meu olhar, não.
Cada
instituição tem o dever de preservar o bem-estar dos seus usuários em acordo
com suas finalidades estatutárias. Aí, cada uma é uma, ou seja, cada caso tem
suas particularidades e precisa ser avaliado separadamente.
Mas,
o que de mais relevante a frase destacada traz, é a informação de que “ainda
existe gente que canta, ainda existe gente que brinca.".
Cantar
e brincar constituem chamadas à esperança. Na medida em que num mundo cheio de
violência, corrupção, guerras e marcado pela falsidade, crises e cinismo, ainda
houver pessoas brincando e cantando, esse mundo ainda tem salvação.
Gonzaguinha,
na sua canção: "O Que É, O Que É?", nos traz essa esperança:
"Viver
e não ter a vergonha de ser feliz / Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um
eterno aprendiz."
Ainda.
REFERÊNCIA
(1)
GALEANO,
Eduardo. O livro dos abraços. Tradução de Eric Nepomuceno. Porto Alegre:
L&PM, 1991.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
FUJA DOS TEIMOSOS!
Valesca Botelho (1)
Charles Bukowski (1920-1994), poeta, contista e romancista teuto-americano, escreveu:
“O problema do mundo de hoje é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, e as pessoas idiotas estão cheias de certezas ...”
Antes dele, Bertrand Russell (1872-1970), matemático, filósofo, ensaísta, historiador e lógico britânico, escreveu:
"O fundamental problema do mundo é que os idiotas são prepotentes e os inteligentes são cheios de dúvidas."
Duas frases com mesmo valor semântico. Dois pensadores relevantes.
Essa mensagem cabe como uma luva atualmente, em que pessoas com pouco conhecimento a respeito de um tema específico acreditam piamente que sabem mais do que especialistas no assunto, enquanto estes estão cheios de dúvidas.
Você conhece alguém assim?
Não é difícil de achar. Eles estão por aí “aos montes”.
O fato é que indivíduos cheios de certezas param de aprender; bloqueiam-se para novos aprendizados. São afoitos, “falam grosso” e interrompem argumentações. Não ouvem o outro. Já sabem tudo!
Indivíduos inteligentes sabem que não são “donos da verdade” e aprendem com os resultados obtidos com suas dúvidas, sejam eles quais forem. Sabem ouvir. Quanto mais você aprofunda os conhecimentos, mais percebe a complexidade das variáveis. Isso não é fraqueza; é honestidade intelectual.
Chega-se, então, a um dilema. Deve-se discutir com burros?
A resposta, óbvia, é “não”.
Poupe a sua saúde mental, a sua sanidade. Quando você tenta convencer com argumentos um “burro” (no sentido da teimosia e da ausência de reflexão sobre si mesmo), você acaba descendo ao nível “intelectual” dele, e, nesse nível, ele é um expert, e você não. Ele dificilmente (e põe difícil nisso) mudará de opinião, porque, para ele isso seria uma derrota social, e não um saber agregador.
Discutir, nesse caso, é uma armadilha em que você, invariavelmente, será o perdedor.
É uma situação que enfrentamos, uma hora ou outra, queiramos ou não, que se torna até cansativa no dia a dia.
Fuja deles!
REFERÊNCIA
(1) Valesca Botelho é Médica, pós-graduada em Pediatria e em Saúde Pública.
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sábado, 29 de novembro de 2025
OPORTUNIDADES E INOPORTUNIDADES
Roberto Gameiro
No evento promovido pela escola, num sábado pela manhã, para os professores, depois de noventa minutos de oratória, o palestrante comenta que o tempo já se esgotou, mas faz a pergunta final: alguém tem mais alguma pergunta ou colaboração?
Todos, cansados, já estavam se arrumando para sair, mas acontece novamente. Ele, e sempre ele, que estava sentadinho caladinho lá no fundo o tempo todo, levanta o braço. Os colegas olham uns para os outros como que dizendo: de novo?!
Aí, ele faz uma pergunta que procura desmontar muitos dos argumentos usados pelo palestrante, ou para cuja resposta seria necessária uma dissertação de mestrado...
Claro que ele está exercendo um direito que lhe é devido. Afinal, o palestrante fez a pergunta e deu-lhe a deixa para a sua oportunidade (ou inoportunidade) de participação “aos 46 minutos do segundo tempo”.
Você já viu esse “filme”?
Eu já. E muitas vezes. E não só em reuniões de escola.
Nessas ocasiões, apesar do descontentamento, há, geralmente, uma postura de compreensão e discrição da parte dos colegas, que “desculpam” a “falha” do outro, evitando constrangimentos.
Mas haja compreensão e discrição!
Há, também, num ambiente coletivo, os que veem apenas a “parte vazia do copo”. São os eternos pessimistas que ou não concordam, ou se omitem, em relação aos novos projetos, iniciativas e empreendimentos; se dão certo, calam-se; se dão errado, dizem: eu não disse? Têm poucas vitorias próprias. Suas vitórias constituem-se dos insucessos alheios. Claro, também, que há que se desconfiar dos que veem apenas a “parte cheia do copo”. Otimismo demais é perigoso!
Na vida, encontramos (também) muitas pessoas que tendo uma situação econômica e financeira privilegiada procuram mostrar uma imagem de benevolentes, assistencialistas, gente do bem, que aparecem constantemente nas mídias. Muitos valorizam o supérfluo, o superficial, o material, o que têm. E não se preocupam com o principal, que é a honestidade, a justiça e a verdade. Quantos desses temos conhecido ultimamente no nosso país. Que decepção sentimos em relação a cada um deles ou delas, por termos neles acreditado.
“Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Pagais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia, a fidelidade. Eis o que era preciso praticar sem deixar o restante. Guias cegos! Filtrais um mosquito e engolis um camelo.” (Mateus, 23, 23-24)
Entretanto, personagens como os aqui retratados, não são maioria na nossa sociedade, embora “façam muito barulho”. Eu mesmo já encontrei alguns deles na minha carreira de diretor de escola particular. Mas, com uma gestão humanizada, participativa e baseada em valores, eles pouco conseguiam influenciar negativamente o desempenho e a performance do coletivo escolar, fossem eles professores, gestores ou pais.
Como é bom saber que no mundo há mais gente do bem do que do mal; mais gente respeitosa e solidária do que não. As pessoas que já conheci e com quem trabalhei e trabalho, na sua maioria, são honestas, verdadeiras, sinceras e procuram ser justas e coerentes nas suas posturas e ações. Mas não basta parecer justa; é preciso ser justa. Entre “parecer” e “ser” há uma grande distância.
Vamos, então, respeitar o espaço e o tempo dos outros, valorizar as iniciativas deles e, sempre que possível, apoiá-las; vamos ser verdadeiros na nossa práxis e, especialmente, ser exemplo para nossa família, com doçura e firmeza, mormente na educação dos nossos filhos.
Mas, por outro lado, não deixemos de oportuna e inoportunamente levar a Boa Nova do Evangelho a todos com quem convivemos ou nos relacionamos, como pede o texto bíblico.
Publicado originalmente neste blogue em 30/08/20.
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Roberto Gameiro é Mestre em Administração com ênfase em gestão estratégica de organizações, marketing e competitividade; habilitado em Pedagogia (Administração e Supervisão); licenciado em Letras; pós-graduado (lato sensu) em Avaliação Educacional e em Design Instrucional. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br
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sábado, 22 de novembro de 2025
MENSAGEM - A IMPORTÂNCIA DA CAPACITAÇÃO E DO TREINAMENTO
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sábado, 15 de novembro de 2025
A INVERSÃO DE VALORES NA SOCIEDADE
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Roberto Gameiro é Mestre em Administração com ênfase em gestão estratégica de organizações, marketing e competitividade; habilitado em Pedagogia (Administração e Supervisão); licenciado em Letras; pós-graduado (lato sensu) em Avaliação Educacional e em Design Instrucional. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br
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