O TEXTO NO CONTEXTO COMO PRETEXTO - Para debates em família e na escola - Roberto Gameiro
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
MENSAGEM - NOSSOS FILHOS, NOSSOS PORES DO SOL
sexta-feira, 17 de julho de 2026
REFLETINDO OU RUMINANDO?
Roberto Gameiro
Você é daquelas pessoas que ficam ruminando um assunto longamente antes de tomar uma decisão a respeito?
Que prejudicam seus fins de semana e até suas férias por não conseguirem se desligar de uma situação, geralmente desagradável, que acontece no campo profissional?
Que, com isso, baixam a qualidade dos relacionamentos familiares com cônjuge e filhos?
Que levam seus problemas pessoais pontuais para dentro do seu local de trabalho, ocasionando desconcentração e diminuição da produtividade?
Se sim, seja bem-vindo ao clube!
Um “clube” que, sob o meu olhar, só tem tendência de aumentar o número de membros, conforme a complexidade da práxis profissional e dos inter-relacionamentos sociais vai aumentando.
Sêneca, filósofo romano, escreveu: “Estamos mais frequentemente assustados do que feridos e sofremos mais na imaginação do que na realidade.”.
Muitas vezes, sofremos antecipadamente por algo que acabará não acontecendo.
Claro que há determinadas tomadas de decisão que exigem maior tempo de curadoria e reflexão pela sua complexidade e pelos efeitos colaterais que poderão trazer. Nessas situações, a análise e as ponderações aprofundadas sobre o tema podem ser propícias e salutares.
Nesses casos, a longa ruminação pode indicar uma postura de perseverança e de autodeterminação na busca de uma solução.
Entretanto, há que se cuidar para não se desperdiçar muita energia mental com assuntos, eventos e problemas que não merecem tanta preocupação.
Não é fácil encontrar o equilíbrio saudável entre a reflexão e a ação.
Ficar muito tempo “estacionado” ruminando sobre um mesmo assunto sem encontrar progresso na reflexão, pode ocasionar transtornos emocionais prejudiciais à saúde mental, especialmente se isso for recorrente.
Sempre há a possibilidade da busca de aconselhamento.
Você conhece alguém assim?
Publicado originalmente em 23/09/2023
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quinta-feira, 18 de junho de 2026
SEJA A SUA MELHOR VERSÃO
Roberto Gameiro
Você já tentou endireitar uma
banana?
Eu costumo brincar fazendo essa
pergunta ao meu interlocutor quando percebo que estamos em uma luta inglória
para mudar algo ou alguém.
Se há alguém que conseguimos
mudar a partir dos nossos argumentos, esse alguém somos nós mesmos.
Cada pessoa tem seus valores e
seus princípios, seu ritmo, suas dores e suas escolhas, sejam elas conscientes
ou não. Estou me referindo aos nossos amigos, conhecidos, parceiro e
familiares. Forçar a transformação de alguém, moldando-o às nossas
perspectivas, é uma batalha fragorosamente perdida.
É um verdadeiro desperdício de
tempo tentar “consertar” quem não pediu para ser consertado, assim como motivo
de muita frustração, além de nos afastar do que realmente importa.
Na verdade, o que é realmente
significativo é cuidar do nosso próprio jardim, em vez de nos preocuparmos com
o jardim alheio; é direcionarmos o foco da nossa vida para nós mesmos, para o
nosso conhecimento, nossos saberes, inteligência emocional e bem-estar.
Faça uso da sua energia para se
transformar na melhor versão de si mesmo; quando você faz isso, acaba atraindo
as pessoas certas para o seu convívio.
Assumir o protagonismo da própria
história não é ato de egoísmo, mas de sabedoria. Aliás, existe um mito de que
pensar em si mesmo é ser egoísta; quando você assume o protagonismo da sua
vida, você se torna mais leve, mais equilibrado cognitiva e emocionalmente. Você
passa a ser uma pessoa melhor para si e, consequentemente, para os outros.
Para mudar o mundo, o caminho
mais eficiente e eficaz é começar mudando a si mesmo.
Carl Rogers (1902-1987), psicólogo estadunidense, escreveu: "Descobri que sou mais eficaz quando me posso ouvir a mim mesmo, aceitando-me, e quando posso ser eu mesmo.".
Priorize-se!
Seja a melhor versão de si mesmo!
Você já tentou endireitar uma
banana?
Rss.
sexta-feira, 12 de junho de 2026
COMPETÊNCIAS TÉCNICAS VERSUS COMPORTAMENTO PESSOAL
Roberto Gameiro
Você já percebeu que a maior
parte das dispensas de colaboradores nas empresas se dá em função do
comportamento pessoal do indivíduo, mesmo que ele tenha ótimas competências e
habilidades técnicas?
Felizes são os gestores que podem
direcionar seu foco na produtividade, na criatividade, no crescimento e no
desenvolvimento, sem ter de desperdiçar energia para resolver problemas de
atritos e desgastes interpessoais dos colaboradores; nessa situação, o clima
organizacional, que deveria ser colaborativo, passa a ser caracterizado por
tensões constantes que causam redução de produtividade e, consequentemente,
redução no atingimento de objetivos e metas da empresa.
Por outro lado, quando os
colaboradores respeitam e são respeitados emocionalmente, a motivação coletiva
aumenta substancialmente, contribuindo para a redução do estresse.
Profissionais com autocontrole dificilmente têm reações impulsivas e
inconsequentes diante de conflitos, e mantêm alto grau de produtividade, pois
transformam as eventuais tensões em oportunidades para a busca de soluções
criativas que reforçam o foco nos resultados de qualidade.
Daí, a importância do feedback,
constante e qualitativo, no acompanhamento da performance dos colaboradores.
A inteligência emocional já não é
apenas uma habilidade desejável, mas uma competência estratégica necessária no
ambiente corporativo. Quando os gestores e colaboradores conseguem administrar
positiva e reciprocamente suas emoções, o impacto nos resultados da organização
é visível.
A competência técnica é fácil de
ser mensurada no processo de recrutamento e mais fácil de ser aprimorada no dia
a dia; mas o que garante a permanência da pessoa em uma empresa é a forma como
ela se relaciona no ambiente de trabalho. O comportamento pessoal envolve
habilidades difíceis de serem observadas em provas ou entrevistas, mas símplices
de serem identificadas no cotidiano.
Portanto, fiquemos atentos, pois
o sucesso profissional não depende apenas das nossas competências e habilidades
técnicas, mas, especialmente, das nossas posturas e ações em relação às pessoas
com as quais nos relacionamos, sejam elas pares ou gestoras.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
ESTAR CERTO OU PERTENCER?
Roberto Gameiro
Noutro dia, assisti a um vídeo na Internet, de Márcia Luz, escritora brasileira, no qual ela afirma:
“O cérebro humano não foi feito para estar sozinho contra muitos; ele foi feito para pertencer, e quando você tem que escolher entre estar certo e pertencer, a maioria escolhe pertencer.’.
É isso que acontece quando você está no lugar errado e com as pessoas erradas, que nada têm a ver com a educação que recebeu, seu caráter e sua personalidade. Você até tenta impor-se da maneira que entende como justa, correta e honesta. Mas são muitos os que pensam e agem diferente de você e te envolvem de tal maneira que você acaba cedendo e se tornando mais um deles, mesmo contra seus princípios e valores familiares; e, com o tempo, você acaba achando que são eles que estão certos.
Essa é uma característica do cérebro humano. Ele foi desenvolvido, ao longo dos tempos, para o pertencimento, e não para o isolamento. Há os que afirmam que, para o nosso cérebro, “não pertencer” dói muito; tanto quanto um ferimento profundo.
Nós, seres humanos, somos indivíduos sociais, antes de sermos racionais.
Assim, quando escolhemos “pertencer” em vez de “estar certos” num relacionamento coletivo, pode, para nós, não significar necessariamente fraqueza de caráter, mas um reflexo cognitivo. É o cérebro tentando nos manter seguros no meio de muitos. Entretanto, esse tipo de postura causa muito estresse e esforço emocional que incomodam muito, pois tendemos a assumir as propostas do grupo em detrimento das nossas próprias convicções.
Há um ditado popular que diz: "A solidão é um preço alto demais para a maioria das pessoas pagar pela integridade intelectual.”.
Quando você procura viver a sua melhor versão, a verdadeira, num processo de amadurecimento e desenvolvimento, tem de fazer escolhas; entre elas, a mudança de hábitos, a autoimposição de limites nas posturas e ações, e, com certeza, afastar-se daqueles que não são ressonantes com seu jeito de ser e seu sentido de vida.
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quinta-feira, 14 de maio de 2026
O COMPUTADOR CONSTRÓI CONHECIMENTOS?
Roberto Gameiro
Já tive oportunidade de, em alguns posts, comparar a memória do computador com a memória humana.
A memória RAM do computador pode ser comparada com a nossa memória de curto prazo; elas se dissipam, não permanecem. E o HD do computador pode ser comparado à nossa memória de longo prazo; elas permanecem; no computador, porque estão “salvas”; no nosso cérebro, porque se transformaram em “conhecimentos prévios”.
Por que salvamos um arquivo no computador? É porque o conteúdo dele nos interessa; porque é relevante; porque queremos tê-lo à nossa disposição para usos futuros ...
Por que transformamos determinados dados e ou informações em nossa memória como conhecimentos prévios? Pelos mesmos motivos acima ...
Essa estrutura conjugada do transitório com o permanente é referência tanto para o processamento de dados digitais quanto para a formação da cognição humana, possibilitando a priorização daquilo que é essencial, facilitando a resolução de situações-problema ao longo da vida.
Mas, você percebeu que quem comanda as decisões nos dois casos é o nosso cérebro? A nossa vontade?
Não estou me referindo à capacidade de armazenamento, até porque a nossa memória possui capacidade imensurável de armazenamento, enquanto um HD, mesmo os externos, tem limitação definida.
Estou me referindo à origem das decisões. Tanto a decisão de salvar um arquivo, quanto a mobilização da força mental para memorizar algo, dependem da vontade humana. É o nosso cérebro, a nossa intenção, que determina o que deve ser mantido e o que pode ir para o esquecimento, assegurando que nosso intelecto seja formado e mantido com sabedoria que enriqueça a nossa trajetória pessoal e profissional.
O cérebro é o nosso comandante; é ele que tem o dom de decidir, inspirado naquilo que nós gostamos e queremos.
Entretanto, se a memória humana tiver sido, com obstinação, abastecida com mentiras e falsidades, não se poderá esperar decisões saudáveis desse cérebro.
De qualquer forma, há que se admitir que no universo aqui analisado, quem constrói conhecimentos é o nosso cérebro, a nossa memória, moldados pelos conhecimentos prévios ali já existentes. O computador não constrói conhecimentos; ele é apenas depositário de arquivos escolhidos pela vontade humana, e os processa quando instado a fazê-lo.
O ser humano é o verdadeiro protagonista do conhecimento e dos saberes dele decorrentes.
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sexta-feira, 1 de maio de 2026
EDUCAÇÃO CONTRA O ÓDIO
Nelson Mandela (1918-2013) escreveu na sua autobiografia “Longo Caminho para a Liberdade”: "Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor da sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender; e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.".
Tenho pena de crianças que nascem e vivem em lares cujos pais são preconceituosos em relação a raça, ou cor da pele, ou religião, ou política partidária; o mesmo em relação a alguns de seus professores; o mesmo, também, em relação a seus grupos de convivência. O preconceito e a intolerância dificultam o diálogo necessário, substituindo-o por discursos de ódio, violência e desdém.
-conceituosos (1). No fim, dá tudo na mesma.
O preconceito aparece sutilmente (ou arrogantemente) nos momentos de convivência familiar, especialmente no café da manhã, no almoço, no jantar, ao ver programas na TV, especialmente novelas, jogos e reality shows, através dos comentários “daqueles” pais; enfim, não tem como a criança fugir dessas influências nefastas; e isso vai moldando o seu caráter e a sua personalidade. Sem contar que algumas das opções citadas não são recomendadas para crianças. Mas, lei, ora a lei (2).
O cérebro da criança vai acumulando conhecimentos prévios nulos de verdades e são esses dados, essas informações que virão à mente quando requisitados para enfrentar uma situação problema qualquer. Aí, cabe a expressão popular: “tais pais, tais filhos”.
-conceituosos.
René Descartes (1596-1650), filósofo francês, escreveu no seu “Meditações Metafísicas”, na “Meditação Primeira”:
“Há já algum tempo me apercebi de que, desde meus primeiros anos, recebera grande quantidade de falsas opiniões como verdadeiras e que o que depois fundei sobre princípios tão mal assegurados só podia ser muito duvidoso e incerto, de forma que me era preciso empreender seriamente, uma vez em minha vida, desfazer-me de todas as opiniões que até então aceitara em minha crença e começar tudo de novo desde os fundamentos, se quisesse estabelecer algo firme e constante nas ciências.”.
Tudo a ver, não é mesmo?
Mas, não nos desesperemos.
O tipo de família destacada aqui não é maioria na população brasileira.
Ainda bem.
Nas minhas vivências de mais de quarenta anos na gestão de escolas particulares, eu tive o privilégio de conviver com todos os tipos de famílias, e posso afirmar, com convicção, que a maioria delas é constituída de pessoas entusiastas de uma
EDUCAÇÃO PARA O AFETO
A educação para o afeto é uma filosofia de vida em que os pais priorizam o vínculo afetivo em detrimento da autoridade arbitrária. Aqui não há preconceitos; há diálogos. Neste modelo, a criança cresce num ambiente em que a educação ocorre pelo exemplo e pela segurança. Ela respeita porque é respeitada, e ouve porque é ouvida. A família passa a ser, para a vida toda, um porto seguro saudável ao qual sempre se poderá voltar, mesmo que apenas para “recarregar as baterias”.
Sem preconceitos, nem arbitrariedades, não há permissividade, mas sim um forte alicerce no qual as correções, necessárias, são eficazes e duradouras. São vividas a alteridade, a perseverança, a resiliência e a autonomia. Tudo conduzido pelos pais com foco e propósitos claros, conhecidos e assumidos por todos.
Obviamente, os cérebros destas crianças estarão plenos de conhecimentos prévios salutares e com mentalidades limpas e bem formadas.
Resumindo, aqui também vale o dito popular “tais pais, tais filhos”.
REFERÊNCIAS
(1) Pauletto, Jair Antônio. Site “O Singular do Plural: pós-conceito.” Acessado em 17/04/2026. https://www.jairpauletto.com.br/visualizar.php?idt=4195570
(2) "A lei, ora a lei" é atribuída a Getúlio Vargas em contexto de desdém pelas normas.
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quinta-feira, 16 de abril de 2026
MENSAGEM - FAÇA VALER O SEU CARÁTER
sábado, 17 de janeiro de 2026
SER HUMANO: ENTRE A ESSÊNCIA E A FALSIFICAÇÃO
Roberto Gameiro
Nelson Rodrigues escreveu: “O ser humano é o único que se falsifica. Um tigre há de ser um tigre eternamente. Um leão há de preservar, até morrer, o seu nobilíssimo rugido. E assim o sapo nasce sapo e como tal envelhece e fenece. Nunca vi um marreco que virasse outra coisa. Mas o ser humano pode, sim, desumanizar-se. Ele se falsifica e, ao mesmo tempo, falsifica o mundo.”. (1)
O texto acima, abaixo referendado, foi publicado em Jornal, entre dezembro de 1967 e junho de 1968; e notem a atualidade do seu significado e contexto.
O título deste artigo nos remete a uma reflexão acerca do caminho que está tomando a humanidade neste momento histórico.
O ser humano foi criado com o dom do “livre-arbítrio”; com essa vantagem, diferentemente da fauna, o homem pode assumir mentiras e construir personagens sob as quais esconde a sua face verdadeira.
Dessa forma, o indivíduo abdica de sua autenticidade e se desumaniza, tornando-se uma falsificação de si mesmo, negando a sua natureza racional. A desumanização é consequência do somatório de pequenas falsificações que destroem o que temos de mais vital.
Essa desumanização é contagiosa em relação ao ambiente em que se convive; e a consequência disso é a falsificação do mundo, que deixa de ser real, tornando-se um organismo artificial, no qual as pessoas perdem a sua identidade e até a sua dignidade. Uma pessoa que não é verdadeira consigo mesma não enxerga com clareza o mundo que a cerca, e projeta sobre ele bases falsas que, cumulativas, podem trazer consequências danosas à humanidade.
Daí em diante, as pessoas, contagiadas, ficam feito “baratas tontas”, procurando suas identidades, sem saber se seus princípios e valores ainda são significativos ou não, o que é verdade ou não, e em que acreditar. Uma verdadeira crise de identidades.
Portanto, a liberdade humana, o dom do “livre-arbítrio, pode trazer consequências boas e ruins, pois somos os únicos que podem escolher o que ser, mas, igualmente, os únicos que podem trair essa escolha. Estamos expostos a riscos consideráveis de perder nossa própria identidade devido à influência de informações enganosas.
Que bom seria se, como a fauna, fossemos seres de “essência plena”, em que o ser e o agir coincidem de forma absoluta.
Ser de verdade é trabalhoso e exige coragem e determinação, mas é a única forma de impedir que nossa autenticidade se afogue no meio de tanta falsificação.
Mas há esperança. O mundo tem mais gente do bem do que do mal.
Façamos a nossa parte.
REFERÊNCIA
(1) RODRIGUES, Nelson, 1912-1980. O óbvio ululante: as primeiras confissões / de Nelson Rodrigues. Rio de janeiro: Agir, 2007.
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sábado, 15 de novembro de 2025
A INVERSÃO DE VALORES NA SOCIEDADE
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Roberto Gameiro é Mestre em Administração com ênfase em gestão estratégica de organizações, marketing e competitividade; habilitado em Pedagogia (Administração e Supervisão); licenciado em Letras; pós-graduado (lato sensu) em Avaliação Educacional e em Design Instrucional. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br
Conheça o PORTFÓLIO de Roberto Gameiro:
sábado, 1 de novembro de 2025
VIVER ALÉM DA INSIGNIFICÂNCIA
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Roberto Gameiro é Mestre em Administração com ênfase em gestão estratégica de organizações, marketing e competitividade; habilitado em Pedagogia (Administração e Supervisão); licenciado em Letras; pós-graduado (lato sensu) em Avaliação Educacional e em Design Instrucional. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br
Conheça o PORTFÓLIO de Roberto Gameiro:














