O TEXTO NO CONTEXTO COMO PRETEXTO - Para debates em família e na escola - Roberto Gameiro

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sábado, 17 de fevereiro de 2024

NÓS SOMOS O "PESSOAL DO LIXO"


Roberto Gameiro

Noutro dia, li uma historieta que relatava que um menino que andava nas ruas de mãos dadas com o pai, ao avistar o caminhão que recolhia a sujeira e as coisas deixadas nas calçadas, perguntou: - esse é o pessoal do lixo, não é papai? Ao que o pai respondeu:


- Não, meu filho, esse é o pessoal da limpeza... o pessoal do lixo somos nós!


Segundo o site Ciclo Vivo, “(...) ao longo    do ano--base de 2022, foram gerados no Brasil 77, 1 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos. Esse montante corresponde a mais de 211 mil toneladas de resíduos gerados por dia, ou cerca de 380 kg por habitante no ano. Em média, cada brasileiro produz 1,04kg de resíduos todos os dias...”. (1)



É muito lixo, principalmente se considerarmos que a maior geração se concentra nos grandes centros urbanos.


Grande parte desses resíduos é coletado pelo “pessoal da limpeza”, como explicitado na historieta acima; ao fazer esse enfoque, o pai destaca a importância do trabalho deles e propõe um ponto de vista mais valorativo dessa atividade.


Cada um de nós tem uma visão de mundo própria, fruto do dom de livre-arbítrio que nos foi concedido pelo Criador. Por isso, há os que os veem como “pessoal do lixo”, assim como os que os veem como “pessoal da limpeza”.


Por outro lado, ao nos definir como “pessoal do lixo”, o pai dá uma deixa para refletirmos sobre as nossas posturas e ações em relação à produção, descarte, e valorização das pessoas que cuidam da limpeza nos espaços públicos e privados.


Adriana B. Scheeren Selau e Luciana Fofonka escreveram: “A questão do descarte do lixo urbano é tema que deve ser trabalhado sobretudo na esfera escolar, onde se possa construir no indivíduo e na coletividade a consciência no controle do consumo exagerado e do descarte de resíduos. A proposta da educação ambiental nas escolas deverá levar à mudança de atitudes que fomente a preservação do ambiente. Esse novo comportamento envolve desde o controle do consumo de materiais a serem descartados até o rejeite que favoreça a reciclagem, a reutilização e o reuso.”. (2)


Lembrando, também, que o tema “Educação Ambiental” aparece com ênfase em muitos enfoques da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), inclusive numa das Competências Gerais.


Entretanto, apenas a conscientização e a compreensão não bastam. É importante que os estudantes saibam como adequar as suas posturas e ações em relação a essa temática. E isso se alcança com a prática. O dia a dia das atividades escolares precisa estar pleno de cuidados com a limpeza e a conservação ambiental, a higiene, o descarte adequado, o consumo consciente, a redução de resíduos e a sustentabilidade na sala de aula, na escola, na região, no país e no planeta. E isso vale para cada um de nós; não apenas para os estudantes.


Há que se reconhecer e valorizar todos os tipos de ocupação, dos mais simples aos mais complexos, pois é do somatório de todos eles que se constrói uma Nação forte, produtiva, solidária e organizada.


Aí, talvez, nós não seremos mais “o pessoal do lixo” ...

 

REFERÊNCIAS


(  1) CICLO VIVO – Brasil descarta 33 milhões de toneladas de lixo de forma irregular. Encontrado em:

https://ciclovivo.com.br/planeta/desenvolvimento/brasil-descarta-33-milhoes-de-toneladas-de-lixo-de-forma-irregular/ . Acessado em 11/02/2024

 

(  2) SELAU, Adriana Bordignon Scheeren e FOFONKA, Luciana – O descarte consciente através da Educação ambiental. Encontrado em https://revistaea.org/artigo.php?idartigo=3124.

   Acessado em 12/02/2024.

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Roberto Gameiro é Mestre em Administração com ênfase em gestão estratégica de organizações, marketing e competitividade; habilitado em Pedagogia (Administração e Supervisão); licenciado em Letras; pós-graduado (lato sensu) em Avaliação Educacional  e em Design Instrucional. Contato: textocontextopretexto@uol.com.br

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sábado, 10 de fevereiro de 2024

MENSAGEM - PRATICANDO ATOS DE GENTILEZA E SOLIDARIEDADE

                 MENSAGEM DE ROBERTO GAMEIRO

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TEXTO PARA VERSÕES EM OUTRAS LÍNGUAS 
TEXT FOR VERSIONS IN OTHER LANGUAGES

A prática de atos de gentileza e de solidariedade faz bem para quem pratica e para quem  recebe,  além  de  revelar  que você está de bem consigo mesmo  e,  por isso,  preocupado com o bem-
-estar  dos outros. Entretanto, ninguém pode dar o que não tem. Ao pensar no bem-estar coletivo, não podemos abdicar do nosso próprio bem-estar;  ao  contrário,  o  bem-estar coletivo  é  o  somatório  dos bem-estares  dos indivíduos que compõem o grupo. Se reduzirmos  o  bem-estar  do indivíduo, reduziremos, também, o bem-estar  do  coletivo.  Jesus Cristo  nos deixou vários ensinamentos.  Entre  eles,  destacam-se  o  “Amor  a  Deus”  e  o “Amarás ao teu próximo  como a ti mesmo”;  neste,  percebe-se que  para  amar  ao  seu  próximo  você precisa, antes, ter muito amor a Deus e por si mesmo.

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sábado, 27 de janeiro de 2024

MENSAGEM - PLANTANDO SEMENTES DO BEM

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TEXTO PARA VERSÕES EM OUTRAS LÍNGUAS 
TEXT FOR VERSIONS IN OTHER LANGUAGES 

Deus criou o homem com o dom do livre-arbítrio, o que significa que cada um de nós tem a liberdade de escolher entre o certo e o errado. Entretanto, por óbvio, essa liberdade não é uma licença para malfeitos, dolo e demais ilícitos. Continuemos, todos nós, a jornada da busca do bem em detrimento do mal. Insistamos na prática cristã de fazer o bem sem olhar para quem. Plantando sementes do bem, nossa vida se completará plena de frutos valiosos, em energias indispensáveis para a melhoria da qualidade de vida de todos. Depende de cada um de nós. 




























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sábado, 16 de dezembro de 2023

ESPALHANDO POSITIVIDADE, FELICIDADE E ALEGRIA

 

Roberto Gameiro


O primeiro deu uma resposta “atravessada”, cheia de grosserias, para o amigo; este, sentindo-se ofendido, retrucou no mesmo baixo nível. O bate-boca terminou com o que parecia ser o fim de uma amizade de muitos anos. 


Passados alguns meses, o primeiro procurou o “amigo” e pediu-lhe desculpas pela forma como o tratou; disse que estava num dia ruim, com problemas pessoais e profissionais, e “descarregou” nele. Estava arrependido. 


O amigo, por sua vez, também se desculpou pela sua contrapartida, e que igualmente se arrependia da forma como agiu. A amizade voltou à normalidade. 


Você já teve, ou soube, de alguma situação assim?


É mais comum do que parece.


Mas, muitas vezes, o desfecho é definitivo e grandes amizades, que tinham tudo para prosperar, acabam, por motivo fútil ou desnecessário.


E, pasmem; acontece muito entre irmãos.


Entre dois, quando um não quer, não tem briga.


Entre dois, um deles precisa ter a iniciativa da reconciliação. 


Mas, o ideal é que não se chegue ao “bate-boca”.


Por mais próximo que o outro seja de nós, amigo ou parente, não conhecemos os desafios e dificuldades que ele está enfrentando no momento; por isso, eventualmente podemos encontrá-lo de mau humor e irritadiço. Nestes casos, não é aconselhável responder da mesma forma. Ao contrário, devemos assumir uma postura dialogal de simpatia e empatia. Talvez, seja disso que ele esteja precisando. 


Nos relacionamentos sociais, familiares e profissionais, a postura de bondade, positividade e alegria pode ser um divisor de águas que aplaca a irritabilidade e produz empatia e compreensão mútuas. 


Ofereça um sorriso acompanhado de um olhar compreensivo. Esse simples gesto pode ser significativo o bastante para provocar um clima ameno e aproximativo, que poderá desbancar a negatividade do outro, assim como a água morna desfaz um bloco de neve. 


Também nossos filhos e alunos passam por momentos difíceis, principalmente na adolescência, para enfrentar seus desafios na construção e amadurecimento das estruturas mentais. Por isso, a importância da presença significativa e constante dos adultos, especialmente dos pais, durante o processo de educação deles.


Dessa forma, seremos agentes de positividades, contribuindo para a construção de ambientes interativos que poderão impactar a vida daqueles com quem nos relacionamos. 


E como escreveu Mahatma Gandhi ...

“Mantenha seus pensamentos positivos, porque seus pensamentos tornam-se suas palavras. Mantenha suas palavras positivas, porque suas palavras tornam-se suas atitudes. Mantenha suas atitudes positivas, porque suas atitudes tornam-se seus hábitos. Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores. Mantenha seus valores positivos, porque seus valores ... tornam-se seu destino.”

É isso!

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sábado, 5 de agosto de 2023

A ESPONTANEIDADE INFANTIL


Roberto Gameiro

Augusto Cury, psiquiatra, professor e escritor brasileiro contemporâneo, escreveu: “É possível que, se não trabalharmos a inteligência das crianças, elas percam a ousadia, a criatividade e até a espontaneidade". 

A espontaneidade nas crianças é, sob o meu olhar, um dom que Deus deu a elas e que complementa a graça, a meiguice e a ingenuidade próprias daquelas faixas etárias, além de emoldurar nelas a criatividade e a ousadia. 

Acrescida do brilho no olhar e do “sorriso nos lábios”, ela, a espontaneidade, torna o convívio com a criança um agradável exercício de amorosidade e empatia.

Além disso, ela é contagiosa, pois nos leva a um estágio de temperança e crença na beleza que nos traz o Criador ao colocar nas nossas vidas seres tão especiais.


Elas pensam, falam e agem sem filtros, baseadas em seus impulsos naturais, não se prendendo a convenções sociais e, geralmente, surpreendendo os adultos.

Dependendo da educação que recebem dos pais ou responsáveis, a espontaneidade pode ser diferente de criança para criança. Conforme vão crescendo e se desenvolvendo na sociedade em que vivem, passam a assumir comportamentos mais adequados, conseguindo, então, controlar suas reações de forma mais consciente. 

Entretanto...

Sempre há um “entretanto”, não é mesmo?

As crianças não têm todas as estruturas do cérebro suficientemente amadurecidas e, como uma das consequências, ainda não têm o bom senso do discernimento entre o que é certo e o que é errado totalmente “instalado” na sua cognição e nas suas emoções. 

E, devido a isso, a espontaneidade pode, às vezes, soar como desrespeito ou indelicadeza.

Aí, entra a importância do acompanhamento dos adultos, seus pais ou responsáveis, para ir trabalhando as atitudes das crianças, sempre com muito cuidado, respeito e sutileza, evitando fazê-lo na presença de terceiros.

Portanto, cuidemos; porque ao tempo em que a espontaneidade pode ser motivo de muita alegria, pode, também, ser causa de descontentamentos. 

Crianças que não têm o privilégio dessa atenção dos adultos e, por isso, não têm controle sobre a própria espontaneidade, podem se tornar adultos impulsivos, chatos, enxeridos, intrometidos e desagradáveis nos convívios social, profissional e familiar. 

Você conhece alguma figura assim?

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sábado, 22 de julho de 2023

MENSAGEM - PROFESSORES SÃO LÍDERES E PESQUISADORES

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Professores são líderes. E, como tal, têm a missão de conduzir e orientar seus pupilos para que alcancem suas metas e objetivos na vida; ajudam-nos, pelo exemplo e posturas, inclusive a escolhê-las. Para isso, precisam ser honestos e verdadeiros, assumindo sua condição humana de incompletude. Professor não tem resposta para tudo. Mas, como pesquisador por profissão, sabe conduzir-se e conduzir seus alunos para a busca de informações e saberes no amplo espaço online que aí está. Portanto, nada vergonhoso em dizer para o aluno: “eu não sei a resposta para essa sua pergunta, mas vou pesquisar e te informo”; ao contrário, tudo de corajoso e verdadeiro.























 

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sábado, 15 de julho de 2023

PODCAST - OS BEM-ESTARES INDIVIDUAL E COLETIVO


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  OS BEM-ESTARES INDIVIDUAL E COLETIVO


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sábado, 8 de julho de 2023

A PRESSA COMO INIMIGA DA PERFEIÇÃO


Roberto Gameiro


Era um gestor escolar neófito mas muito responsável e dedicado às suas atribuições na escola, que tinha, de um ano para o outro, aumentado o número de alunos de uns seiscentos para quase três mil. Ele era o segundo na hierarquia administrativa do colégio. O número um era o proprietário da escola. Sabia que ainda tinha muito a aprender e a praticar no exercício da sua função. 


Tinha entre 23 e 24 anos de idade. Talvez, ainda imaturo para a assunção das responsabilidades inerentes. 


Mas desejava ser fiel às diretrizes da escola e procurava estar presente nos mais diversos locais do colégio, especialmente antes do início, no intervalo de “recreio” e na saída.


Um dia, antes do início das aulas noturnas, no subsolo, por onde os alunos entravam através de uma larga rampa de acesso, e onde estava a cantina, ele encontrou um aluno fumando, o que era terminantemente proibido no estabelecimento, e exaustivamente divulgado por cartazes em todos os andares.  


Aproximou-se do estudante e o alertou, educadamente, da proibição do fumo no colégio. 


O aluno reagiu de forma vigorosa e ofensiva, destratando-o e referindo-se à escola de forma desabonadora. Depois de muito bate-boca, o gestor, de forma impulsiva (não deveria ter feito isso), tentou pegá-lo pelo braço para encaminhá-lo para fora do colégio. 


Mas o estudante foi mais rápido do que ele e saiu correndo “numa velocidade”, subiu a rampa e “se mandou”.


E ele, acreditem, saiu correndo atrás do aluno. 


Ainda bem que não o alcançou. Se o tivesse alcançado, teria terminado ali a sua ainda curta carreira de educador. Ele tem a impressão de que o rapaz está correndo até hoje.


Damaris Ester Dalmas, médica psiquiatra, escreveu: “Quantas e quantas vezes agimos só pelo impulso e acabamos falando e fazendo coisas das quais nos arrependemos depois! Vamos diminuir nossa pressa! Diminuir nossa necessidade de reagir imediatamente aos fatos!”


Qualquer um de nós.


A vida não é como num programa de competição da TV, em que é feita uma pergunta e quem aciona o “sino” primeiro tem o direito de responder; até porque ainda tem a possibilidade de responder errado. 


Há um dito popular que diz que “a pressa é inimiga da perfeição”. 


As experiências da nossa jornada vivencial vão nos dando cacife para aprendermos com os nossos erros e com nossos acertos.


Com certeza, a impulsividade não faz parte desse concerto.


É isso.


Ah! Em tempo ... aquele gestor neófito era o degas aqui.


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sábado, 1 de julho de 2023

MENSAGEM - O CICLO VIRTUOSO DA AUTOVALORIZAÇÃO

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Saber dar valor e fazer bom uso do que se é e do que se tem através do cultivo da autoestima, da perseverança, da resiliência e da espiritualidade, são elementos indispensáveis nos nossos diálogos com os filhos. Assim, talvez, ao longo da vida, eles terão menos motivos para lamentar o que eventualmente perderam, já não tenham ou já não sejam, num ciclo virtuoso de autovalorização e de percepção de que na vida passamos por inúmeros estágios de acertos e erros, de ganhos e perdas, de sucessos e fracassos, procurando, porém, não nos afastar do que nos move sempre para a frente, especialmente a crença em Deus.

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sábado, 27 de maio de 2023

PODCAST - PROFESSORES NÃO TÊM TODAS AS RESPOSTAS


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sábado, 6 de maio de 2023

PODCAST - NEM TUDO É TRIGO; NEM TUDO É JOIO


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quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

DIÁLOGOS FRUTÍFEROS E INFRUTÍFEROS

Roberto Gameiro


Vivemos nos construindo e nos reconstruindo. Como seres humanos, procuramos construir conhecimentos por meio das informações que recebemos constantemente nas nossas vivências com as outras pessoas, seja pessoalmente, ou através das diversas mídias que nos cercam por todos os lados; as boas e as más. 


Neste texto, permito-me abordar em especial   os inter-relacionamentos dialógicos, ou seja, através dos diálogos.


À medida que vamos convivendo com conhecidos, amigos e parentes, vamos conhecendo as suas posturas, suas formas de ver o mundo, seus assuntos prediletos, suas peculiaridades e suas aspirações. Daí, com o tempo, vamos nos adequando à forma de conversar com cada um deles para tentar tornar os diálogos frutíferos.


Vamos conhecer alguns deles.


Há os que só falam em doenças, médicos, exames, remédios, dores aqui e ali. Com esses, evite a pergunta trivial “Como você está?”


Há os que só falam de si o tempo todo para mostrar o quão competentes são, suas conquistas, suas realizações.


Há os que falam o tempo todo e não deixam você falar; quando você consegue uma deixa para falar, é perda de tempo porque eles não o ouvem; estão apenas esperando uma deixa sua para continuar a falar e falar e falar... Pior ainda, aqueles que o interrompem intempestivamente no meio de uma argumentação, não lhe permitindo completar um raciocínio.


Há os que só falam de um determinado assunto o tempo todo, seja futebol, política, governo ...


Há os que têm sempre uma fofoca para contar sobre alguém. Cuidado com o que fala para esses, pois para os outros ele vai fazer fofoca sobre você.


Há os que são desbocados e falam palavrões o tempo todo porque acham bonitinho e todos riem dos seus impropérios. Agem como adolescentes. Não seja muito constante com esses; seja forte, pois você corre o risco de fazer o mesmo nalgum momento.


Há os que não têm humildade e entendem que sabem de tudo e têm respostas para tudo. Muitos são verdadeiros parlapatões (1). A propósito destes, o filósofo Mário Sergio Cortella tem um texto bem apropriado: “Humilde é aquela pessoa que sabe que não sabe tudo, que sabe que outra pessoa sabe o que ela não sabe, que ela e outra pessoa saberão muitas coisas juntas, que ela e outra pessoa nunca saberão tudo o que pode ser sabido.”.


Há aqueles que quando lhe falam sobre João, você fica sabendo mais sobre eles mesmos do que sobre João. Cuidado com esses também.


Você conhece, ou já conheceu alguma figura dessas? Se sim, que tal deixar um comentário a respeito? É claro, sem identificar a pessoa.


É através da convivência, dos diálogos, com os outros que nos tornamos “pessoa”. Para isso, o ideal é que a alegria esteja sempre presente nos encontros, nos reencontros, na partilha, na convivência fraterna, no respeito mútuo. O afeto, o “sorriso nos lábios”, o brilho no olhar são fatores catalisadores de relações sadias, autênticas, amorosas, construtivas e sementes de reciprocidades promissoras. (este parágrafo, editado, consta também do meu artigo "Construindo um sentido para a vida".)


Nesse sentido, o diálogo, para ser frutífero, deve ser precedido por uma postura de abertura para ele. É um “saber ouvir” e saber quando falar, respeitando o tempo do outro. É o encontro da fala com a escuta, ou como diz Rubem Alves: “Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de 'escutatória'. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir”. E acrescentou, com a sabedoria que lhe era peculiar, que: "Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também.”. 


Lembremo-nos sempre de que a pedagogia de Jesus é feita através de diálogos.


Este é um bom tema para conversar com os filhos e alunos. 


Vamos lá?


(1) Parlapatão - Característica de quem vive contando mentiras ou vantagens.



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sexta-feira, 21 de outubro de 2022

EU TIVE UM SONHO


Roberto Gameiro



Eu tive um sonho.


Sonhei que havia o bem e não havia o mal.


Que havia o bom e não havia o mau.


Que havia a verdade e não havia a mentira.


Que todos se respeitavam e se ajudavam. 


Mas, no meu sonho, eu, pobre incrédulo, achava que só podia estar sonhando.


E não acreditava no que via e sentia.


Embora fosse aquilo o que eu sempre pedia nas minhas orações.


Então, por que a minha dúvida?


Será que eu estava sonhando um sonho do passado?


Ou do futuro?


Tudo aquilo era muito bom para ser verdade.


Mas no fundo, no fundo, meu coração teimava em crer que era realidade.


E se não fosse um sonho? 


Que era o ceticismo que conduzia os meus pensamentos?


Mas eu nunca fui cético. Eu sempre procurei acreditar no lado bom das pessoas. 


Que um mundo novo era possível.


E agora que esse mundo se apresentava para mim, eu duvidava dele?


Resolvi testar.


Tentei corromper, mas não encontrei quem pudesse ser corrompido.


Caminhei sozinho na noite e não encontrei quem tentasse me assaltar.


Tentei comprar uns produtos pirateados, mas não encontrei ninguém que se dispusesse a vendê-los.


É claro que eu não pretendia corromper quem quer que fosse, nem comprar produtos pirateados. 


(...)


Mas, por um momento, achei que podia não ser um sonho, porque ele não acabava; permanecia, e eu continuava lá. 


Então, comecei a usufruir daquele mundo perfeito, me relacionando com as pessoas, "sorriso nos lábios", brilho no olhar, paz de espírito, empatias, tranquilidade, sem medos, sem receios, um mundo ideal...


E lá estava eu, vivendo uma realidade almejada, esperada e buscada, entregando-me completamente à nova prazerosa realidade.


Mas, de repente, um barulho estridente foi tomando conta do ambiente, e aumentando, aumentando, até ... me acordar. 


Eram as sirenes de viaturas policiais que chegavam para atender a uma ocorrência de violência numa casa vizinha. 


(...)


Eu tive um sonho. 


Que bom se tivesse sido verdade.


Mas me acode a esperança de que sonhos podem se transformar em realidade. 


Augusto Cury escreveu: “Sem sonhos, a vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não têm alicerces. Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor é errar por tentar do que errar por se omitir! Não tenha medo dos tropeços da jornada.” (Você é insubstituível. Rio de Janeiro, 2002)


E continuo crendo que um mundo novo ainda é possível.


Miguel de Cervantes escreveu no seu "Dom Quixote de La Mancha": "quando se sonha só é só um sonho; quando se sonha junto é o começo da realidade".


Só depende de mim, de você, de todos nós. 


Vamos fazer a nossa parte?


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sábado, 15 de outubro de 2022

SOMOS TODOS SEMEADORES

Atualizado em 11/10/22

Roberto Gameiro


Certa vez, ouvi uma parábola que dizia que um senhor de certa idade, numa pequena cidade, caminhava pelas ruas, quando, ao virar uma esquina, presenciou uma cena que o chocou demais: um menino de uns seis anos de idade, vestindo roupas sujas e rasgadas, revirava um monte de lixo procurando algo para comer.
Ele aproximou-se lentamente e, a cada segundo, ia ficando mais estupefato com o que presenciava. Então, num rasgo de indignação, olhou para o Céu e disse:
– Senhor meu Deus! Como é possível acontecer isto com uma criança? Isso é desumano! O Senhor vê e não faz nada?
Então, uma voz de tom grave vindo do alto lhe disse:
– Mas eu já fiz…
– Eu fiz você!
Esta parábola nos faz refletir até que ponto estamos sendo, no nosso dia a dia, solidários com aqueles que mais precisam. Na minha experiência de vida, tenho observado que são justamente os mais pobres aqueles que mais procuram se colocar a serviço e ajudar aos que necessitam.
Deus realiza o bem através das posturas e das ações de cada um de nós. Deus está em nós. Não basta rezar e esperar que Deus resolva os nossos problemas e os problemas dos outros. Somos todos semeadores.
E os nossos filhos? Estão sendo formados para serem solidários e caridosos? O que temos feito, no processo de educação deles, a esse respeito? Queremos mudar o mundo para melhor, ou apenas esperamos que os outros façam isso? Ou Deus?
O Papa Francisco, na sua Bula Misericordiae Vultus (O rosto da Misericórdia)de 11/04/2015nos alerta:
Não podemos escapar às palavras do Senhor, com base nas quais seremos julgados: se demos de comer a quem tem fome e de beber a quem tem sede; se acolhemos o estrangeiro e vestimos quem está nu; (…). De igual modo ser-nos-á perguntado (…) se fomos capazes de vencer a ignorância em que vivem milhões de pessoas, sobretudo as crianças desprovidas da ajuda necessária para se resgatarem da pobreza; se nos detivemos junto de quem está sozinho e aflito; se perdoamos a quem nos ofende e rejeitamos todas as formas de ressentimento e ódio que levam à violência;(…)
Todos queremos formar nossos filhos para serem construtores de uma nova sociedade, mais solidária, mais amorosa, mais justa. Isso se faz no contato constante com eles, não deixando passar nenhuma oportunidade para fazê-lo, mesmo correndo o risco de eles nos considerarem impertinentes, chatos mesmo. No futuro, eles nos agradecerão e, com certeza, farão o mesmo com os próprios filhos, citando-nos como exemplo.
Paulo, na sua segunda carta a Timóteo, escreveu: “Proclama a palavra, insista oportuna e inoportunamente (…)”. Sejamos discípulos missionários do Cristo, que veio para que todos nós tenhamos vida, e vida em abundância.
Todos.
Sem exceção.

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Artigo publicado no Portal Fator Brasil em 15/10/16, no Blog Catalão Online Notícias em 23/10/16, no Jornal Digital “Nota 10” da APADE em 28/10/16 e no "Portal UAI" em 15/10/22. 


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Roberto Gameiro é Mestre em Administração com ênfase em gestão estratégica de organizações, marketing e competitividade; habilitado em Pedagogia (Administração e Supervisão); licenciado em Letras; pós-graduado (lato sensu) em Avaliação Educacional  e em Design Instrucional. 

Contato: textocontextopretexto@uol.com.br


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